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O messias já veio e habitou entre nós:
Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
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Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade

Hungria Anuncia Saída do Tribunal Penal Internacional Durante Visita de Líder Israelense.
a Hungria anunciou sua decisão de se retirar do Tribunal Penal Internacional (TPI), coincidindo com a chegada do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, para uma visita oficial ao país.
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3 de abril de 2025

Aqui é o TV Mundo, trazendo a você mais uma atualização sobre os acontecimentos globais. Nesta quinta-feira, um episódio diplomático de grandes proporções chamou a atenção internacional: a Hungria anunciou sua decisão de se retirar do Tribunal Penal Internacional (TPI), coincidindo com a chegada do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, para uma visita oficial ao país.

O convite partiu do próprio Viktor Orban, primeiro-ministro húngaro e aliado de longa data de Netanyahu. A visita ocorre em um momento crítico, logo após o TPI emitir um mandado de prisão contra o líder israelense por alegações de crimes de guerra relacionados à ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza. Essa operação, iniciada em resposta a um ataque liderado pelo Hamas no sul de Israel em 7 de outubro de 2023, deixou mais de 50.000 palestinos mortos e devastou a região, segundo autoridades de saúde locais.

Israel rejeitou as acusações feitas pelo tribunal, classificando-as como politicamente motivadas e influenciadas pelo antissemitismo. O país argumenta que o TPI perdeu sua legitimidade ao emitir mandados contra um líder democraticamente eleito que apenas exerce o direito à autodefesa. O governo húngaro também endossou essa posição, com Orban rotulando a decisão do tribunal como "descarada, cínica e completamente inaceitável".

Embora a Hungria tenha assinado o Estatuto de Roma do TPI em 1999 e o ratificado em 2001, Gergely Gulyas, chefe de gabinete de Orban, explicou que a legislação nunca foi incorporada ao ordenamento jurídico húngaro. Isso significa que, tecnicamente, o país não estaria obrigado a cumprir as decisões do tribunal, incluindo a detenção de indivíduos alvo de mandados de prisão.

A decisão de sair do TPI foi anunciada oficialmente nesta quinta-feira, com Gulyas declarando à agência de notícias estatal MTI que o processo seria iniciado ainda no mesmo dia. A medida reflete uma postura cada vez mais crítica de Orban em relação ao tribunal, especialmente após sanções impostas pelos Estados Unidos ao promotor do TPI, Karim Khan, em fevereiro deste ano. Na ocasião, Orban questionou publicamente a participação da Hungria em uma organização internacional que enfrenta represálias dos EUA.

O projeto de lei que formaliza a retirada da Hungria do TPI deve passar pelo parlamento húngaro, dominado pelo partido Fidesz de Orban, e levará cerca de um ano para ser concluído. Enquanto isso, a visita de Netanyahu reforça a aliança estratégica entre os dois líderes de direita, que compartilham visões semelhantes sobre questões internacionais e têm trabalhado juntos para bloquear declarações ou ações da União Europeia críticas a Israel.

Os juízes do TPI justificaram o mandado de prisão contra Netanyahu e seu ex-chefe de defesa afirmando que há "motivos razoáveis" para acreditar que ambos são responsáveis por crimes como assassinato, perseguição e uso da fome como arma de guerra, como parte de um "ataque generalizado e sistemático contra a população civil de Gaza". Além disso, o tribunal também emitiu um mandado de prisão contra um líder do Hamas em novembro, cuja morte foi confirmada posteriormente.

Enquanto a comunidade internacional observa os desdobramentos dessa decisão húngara, fica evidente o impacto geopolítico das tensões entre o TPI, Israel e seus aliados. A Hungria, sob a liderança de Orban, parece estar traçando um caminho distinto, priorizando suas alianças estratégicas e posicionamentos políticos em detrimento de compromissos internacionais.

Aqui é o TV Mundo encerrando esta cobertura. Continue acompanhando nossos canais para mais informações e análises sobre os principais eventos que moldam o mundo. Até a próxima!

A tesla esta afundando: Vendas despencam 13%
trazendo para vocês uma análise aprofundada sobre os acontecimentos que têm abalado uma das maiores empresas do setor automotivo global. As vendas da Tesla registraram uma queda significativa de 13%
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Aqui é o TV Mundo, trazendo para vocês uma análise aprofundada sobre os acontecimentos que têm abalado uma das maiores empresas do setor automotivo global. As vendas da Tesla registraram uma queda significativa de 13% na comparação anual, refletindo preocupações crescentes sobre a gestão de Elon Musk na montadora que já foi vista como uma pioneira visionária no mercado de veículos elétricos.

Os números do primeiro trimestre de 2025 são alarmantes. A Tesla produziu 362.615 veículos nos primeiros três meses do ano, incluindo modelos como o Model 3, Model Y, Model S, Model X e Cybertruck. No entanto, as entregas totalizaram apenas 336.681 unidades — uma redução de 12,9% em relação ao mesmo período de 2024. Este é o pior desempenho trimestral da empresa em três anos, ficando abaixo até mesmo das expectativas dos analistas, que projetavam cerca de 377.592 entregas. Comparado ao primeiro trimestre de 2023, quando foram entregues 422.875 veículos, o declínio supera impressionantes 20%.

Segundo a Tesla, parte dessa queda pode ser atribuída à transição para a produção do Model Y atualizado, que começou a chegar aos clientes recentemente. Contudo, os problemas enfrentados pela empresa vão muito além disso. O preço das ações da montadora despencou quase 36% desde o início do ano, eliminando aproximadamente US$ 460 bilhões do valor de mercado da empresa e cortando mais de US$ 100 bilhões do patrimônio líquido de Elon Musk. Na Europa, as vendas caíram quase 43% em janeiro e fevereiro, enquanto na China houve um desempenho irregular até a última semana do trimestre.

Enquanto isso, concorrentes como a General Motors avançam rapidamente. A GM relatou quase 32.000 veículos elétricos vendidos no primeiro trimestre, praticamente dobrando seu número em relação ao ano anterior. Esse cenário coloca ainda mais pressão sobre a Tesla, especialmente considerando o papel controverso de Musk no governo Trump. Ele lidera o Department of Government Efficiency (DOGE), um órgão acusado de promover cortes drásticos em programas de assistência social e disseminar discursos divisivos nas redes sociais.

Essas ações geraram um movimento nacional de protesto chamado Tesla Takedown, cujo objetivo é boicotar a marca e reduzir o preço de suas ações. Proprietários progressistas estão vendendo seus veículos apesar das quedas no valor residual. Além disso, incidentes violentos contra lojas e carros da Tesla aumentaram globalmente, com destaque para um incêndio criminoso em Roma que destruiu 17 carros. O presidente Donald Trump afirmou que suspeitos envolvidos em ataques serão acusados de "terrorismo doméstico".

Musk, por outro lado, continua apostando em tecnologias futuristas como inteligência artificial, robótica e carros autônomos. Ele prometeu lançar um piloto de táxis-robôs em Austin, Texas, até junho, mas especialistas questionam sua abordagem após dezenas de acidentes fatais envolvendo recursos parcialmente automatizados da Tesla. Além disso, há rumores de que a empresa planeja lançar um novo modelo de menor custo ainda este ano, embora nenhum detalhe tenha sido revelado.

O futuro da Tesla parece incerto enquanto ela luta para recuperar a confiança dos consumidores e enfrenta pressões tanto internas quanto externas. Resta saber se a visão otimista de Musk será suficiente para reverter essa trajetória descendente.

Aqui encerramos mais uma reportagem do TV Mundo. Continuem acompanhando nosso canal para ficar por dentro das notícias mais relevantes do mundo. Até a próxima!

Ex-agente da CIA diz saber onde está a Arca da Aliança
hoje trazemos uma reportagem que mistura história, fé e um toque de mistério.
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Aqui é o canal de notícias TV Mundo, e hoje trazemos uma reportagem que mistura história, fé e um toque de mistério. Um ex-agente da CIA afirma ter descoberto o paradeiro de uma das relíquias mais procuradas da humanidade: a Arca da Aliança. O major Ed Dames, que trabalhou para a agência dos Estados Unidos na década de 1980, revelou detalhes surpreendentes sobre como localizou o baú sagrado usando suas "habilidades de visualização remota".

O major fazia parte do controverso projeto Stargate, um programa secreto do Exército dos Estados Unidos que operou entre 1977 e 1995. Este projeto utilizava indivíduos conhecidos como observadores remotos, que afirmavam ser capazes de acessar informações sobre objetos, pessoas ou lugares distantes através de técnicas extrassensoriais. Apesar de o programa ter sido oficialmente encerrado após ser considerado ineficaz na coleta de inteligência, Dames garante que as habilidades desenvolvidas durante sua participação são reais.

Segundo ele, recentemente aplicou essas mesmas técnicas para tentar localizar a lendária Arca da Aliança. Durante uma sessão de visualização, descreveu estar em um lugar escuro, cercado por uma atmosfera opressiva e inquietante. "Estou dentro de um túnel de pedra, e há um objeto quadrado, pesado e denso", disse ao relembrar sua experiência. Ele enfatizou que sentiu claramente que o objeto era uma "relíquia sagrada", de importância histórica e bíblica. Após outra sessão, afirmou ter identificado a localização precisa da Arca: o Túmulo dos Patriarcas, em Hebron, Cisjordânia – um local reverenciado pelas tradições judaica, cristã e islâmica como o sepulcro de três importantes casais bíblicos: Abraão e Sara, Isaque e Rebeca, e Jacó e Lia.

Mas as revelações não param por aí. Um documento desclassificado da CIA, divulgado recentemente, parece corroborar com os métodos de Dames. Em uma sessão de visualização remota realizada em 5 de dezembro de 1988, um observador remoto identificado como nº 32 também conseguiu descrever algo que se assemelhava à Arca da Aliança. Curiosamente, o documento menciona que o objeto é protegido por "entidades" com "poderes desconhecidos".

Embora a ciência moderna não reconheça evidências concretas sobre a eficácia dessas práticas, o governo dos Estados Unidos investiu até US$ 20 milhões em programas como o Stargate durante as décadas de 1970 e 1980, acreditando que médiuns poderiam ser úteis para operações de inteligência. Hoje, entretanto, essas iniciativas são vistas com ceticismo pela comunidade científica.

A Arca da Aliança, segundo a Bíblia, foi construída pelos israelitas no século XIII a.C., logo após sua fuga do Egito. Moisés teria colocado as duas tábuas dos Dez Mandamentos dentro do baú, que posteriormente foi guardado no Santo dos Santos, no antigo Templo de Jerusalém. No entanto, o objeto sumiu misteriosamente durante o saque babilônico de Jerusalém em 586 a.C., deixando sua localização envolta em especulação por mais de 1.500 anos.

Agora, com as declarações de Ed Dames e os documentos desclassificados da CIA, a busca pela Arca da Aliança ganha novos contornos. Será possível que essa relíquia bíblica esteja escondida no Túmulo dos Patriarcas? Ou trata-se apenas de mais um capítulo fascinante em uma longa história de mistérios ainda não resolvidos?

Aqui, no canal de notícias TV Mundo, continuaremos acompanhando os próximos desenvolvimentos desta história intrigante. Até lá, queridos leitores e espectadores, obrigado por nos acompanhar e confiar em nosso compromisso com a informação. Até a próxima!

Netanyahu visitará a Hungria, e TPI exige que ele seja preso.
A visita oficial do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu à Hungria está no centro de uma polêmica internacional, após a confirmação de que ele permanecerá no país entre os dias 2 e 6 de abril.
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TV Mundo - A visita oficial do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu à Hungria está no centro de uma polêmica internacional, após a confirmação de que ele permanecerá no país entre os dias 2 e 6 de abril. Apesar de um mandado de prisão emitido pelo Tribunal Penal Internacional (TPI) contra Netanyahu por supostos crimes cometidos durante a ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza, o governo húngaro não demonstrou intenção de cumprir tal ordem.

A viagem foi confirmada tanto pelo gabinete de Netanyahu quanto pelas autoridades húngaras, lideradas pelo primeiro-ministro Viktor Orbán, conhecido por seu alinhamento político com líderes conservadores como Netanyahu. Orbán já havia estendido publicamente o convite ao líder israelense, mesmo diante das críticas internacionais sobre sua postura em relação ao TPI e às acusações contra Israel.

Nesse contexto, a Anistia Internacional (AI) alertou que, sob seus compromissos como signatária do Estatuto de Roma, a Hungria tem o dever legal de prender Netanyahu caso ele pise em território europeu. Erika Guevara-Rosas, diretora do Programa Global de Pesquisa, Advocacia e Política da AI, enfatizou que a não prisão do primeiro-ministro israelense seria vista como um incentivo para novos abusos por parte de Israel contra os palestinos.

"Netanyahu é acusado de usar a fome como arma de guerra, alvejar civis intencionalmente e cometer crimes contra a humanidade", afirmou Guevara-Rosas. Para a Anistia, permitir que Netanyahu circule livremente pela Europa não apenas mina a credibilidade do TPI, mas também representa um insulto às vítimas que buscam justiça no tribunal internacional.

O convite de Budapeste também foi interpretado como um desafio à União Europeia, especialmente considerando rumores sobre a possível transferência da Embaixada húngara de Tel Aviv para Jerusalém – uma medida que contraria as diretrizes da UE. Essa aproximação entre Orbán e Netanyahu levanta preocupações sobre o futuro dos direitos humanos na Europa e reforça a percepção de que líderes acusados de crimes de guerra podem encontrar refúgio em certos países.

"A visita de Netanyahu à Hungria não deve ser transformada em um precedente para o enfraquecimento dos princípios fundamentais do direito internacional", declarou Guevara-Rosas. "Líderes globais precisam romper seu silêncio e pressionar a Hungria para agir de acordo com suas obrigações legais."

Por fim, a Anistia Internacional ressaltou que continuará a exigir que o TPI investigue todos os crimes atribuídos a Israel, aplicando os princípios da jurisdição universal para garantir que figuras como Netanyahu não fiquem impunes.

TV Mundo - Este é o canal de notícias TV Mundo. Continuaremos acompanhando este caso e trazendo atualizações aos nossos leitores e espectadores. Até a próxima!

Família Trump Assume Controle de Empresa de Criptomoedas e Arrecada Centenas de Milhões.
Hoje, mergulhamos na mais recente investida da família Trump no mundo das criptomoedas, um movimento que está gerando controvérsias e levantando questões sobre possíveis conflitos de interesse.
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Somos a TV Mundo, trazendo a você os acontecimentos mais relevantes do cenário global. Hoje, mergulhamos na mais recente investida da família Trump no mundo das criptomoedas, um movimento que está gerando controvérsias e levantando questões sobre possíveis conflitos de interesse.

A World Liberty Financial, uma empresa de criptomoedas lançada no outono passado, anunciou recentemente que arrecadou US$ 550 milhões com a venda de tokens de governança. No entanto, a grande reviravolta veio com a revelação de que a família do presidente Donald Trump assumiu o controle do empreendimento, garantindo a maior parte dessas receitas. Agora, a família Trump detém 75% das receitas líquidas da empresa e 60% de sua operação.

O objetivo da World Liberty é permitir que as pessoas acessem serviços financeiros sem intermediários, um conceito conhecido como finanças descentralizadas (DeFi). Contudo, a empresa ainda não lançou uma plataforma pública e conta com uma equipe reduzida, levantando dúvidas sobre sua real funcionalidade. Além disso, especialistas apontam que as condições do projeto favorecem os insiders, deixando os investidores comuns em desvantagem.

A grande movimentação financeira ocorreu após a vitória de Trump nas eleições de novembro, impulsionando as vendas de tokens $WLFI. Esses tokens permitem aos detentores votar em mudanças no código da plataforma, mas sem a possibilidade de negociação, o que os torna diferentes das moedas digitais tradicionais. Os analistas sugerem que a estrutura do negócio praticamente exclui investidores públicos de qualquer participação financeira significativa.

A Casa Branca não comentou sobre o caso, encaminhando as perguntas para a Trump Organization, que, por sua vez, também não se pronunciou. Em uma tentativa de evitar conflitos de interesse, a organização afirmou que os negócios do presidente estão sob gestão de seus filhos e que um advogado foi contratado para garantir ética nas operações. No entanto, críticos alertam que o envolvimento de Trump com a World Liberty pode gerar conflitos regulatórios, especialmente por ele ser responsável por estabelecer regras para o setor.

A presença de grandes investidores na World Liberty também chama a atenção. Um dos principais apoiadores do projeto é Justin Sun, um empreendedor de criptomoedas de Hong Kong que investiu inicialmente US$ 30 milhões, aumentando posteriormente sua participação para US$ 75 milhões. Curiosamente, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos pausou um processo contra ele, o que levanta ainda mais suspeitas sobre a governança da empresa.

A estrutura da World Liberty contrasta com outras grandes plataformas DeFi, que geralmente distribuem seus tokens gratuitamente ou os vendem a investidores estratégicos. Além disso, enquanto outras plataformas permitem que seus detentores de tokens participem dos lucros, a World Liberty deixou claro que qualquer tentativa de alterar essa estrutura será considerada inválida.

A World Liberty ainda não lançou sua plataforma DeFi, e análises mostram que sua tecnologia está em desenvolvimento, com funcionalidades incompletas. Dois dos principais desenvolvedores da empresa, baseados na Romênia, trabalharam anteriormente em um projeto que sofreu um colapso após ser hackeado.

Diante de todas essas questões, a World Liberty se apresenta como uma peça central na expansão dos interesses financeiros da família Trump. Mas até que ponto essa estrutura beneficia realmente os investidores e o mercado de criptomoedas? O tempo dirá se a World Liberty se tornará um marco na revolução das finanças descentralizadas ou apenas mais um caso de promessas vazias no mundo das criptomoedas.

Fique ligado no TV Mundo para mais atualizações sobre este e outros temas que impactam o cenário global. Até a próxima!

Huawei Mate 70 Pro+: O Primeiro Smartphone com Chip 100% Chinês.
A Huawei acaba de lançar o Mate 70 Pro+, o primeiro smartphone com um chip totalmente desenvolvido e fabricado na China. Um avanço significativo para o país asiático e um revés para os Estados Unidos, que há anos impõem restrições à empresa chinesa...
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Aqui é a TV Mundo, trazendo a você os detalhes de um marco histórico no mundo da tecnologia. A Huawei acaba de lançar o Mate 70 Pro+, o primeiro smartphone com um chip totalmente desenvolvido e fabricado na China. Um avanço significativo para o país asiático e um revés para os Estados Unidos, que há anos impõem restrições à empresa chinesa.

A guerra comercial entre China e Estados Unidos ganha um novo capítulo com o anúncio da Huawei. O Kirin 9020, o coração do novo Mate 70 Pro+, representa a conquista da autossuficiência tecnológica chinesa. Diferente de seus antecessores, este chip não depende de nenhuma tecnologia estrangeira — um golpe duro contra os vetos americanos que tentaram frear o avanço da Huawei.

A jornada não foi fácil. Com máquinas antigas e produção limitada, a Huawei, em parceria com a SMIC e a HiSilicon, conseguiu o que muitos consideravam impossível. O Kirin 9020 pode não rivalizar com os top de linha da Qualcomm ou MediaTek, mas já supera chips como o Tensor G4 do Google Pixel 9. E, para a Huawei, o mais importante não é competir em potência bruta, mas sim romper a dependência do Ocidente.

O sucesso do Mate 70 Pro+ no mercado chinês mostra que a estratégia está funcionando. Enquanto isso, a SMIC, fabricante do chip, vê seus lucros dispararem, mesmo enfrentando as limitações impostas pelos Estados Unidos.

No software, a Huawei também segue firme: o HarmonyOS Next substitui o Android e já oferece todos os aplicativos essenciais para os usuários na China.

Este é um momento decisivo. A China prova que, mesmo sob pressão, é capaz de inovar e se tornar independente. E a Huawei consolida seu papel como símbolo da resistência tecnológica.

Fique ligado no TV Mundo para mais atualizações sobre esse e outros temas que movem o mundo da tecnologia. Até a próxima!

EUA não terão controle sobre nosso território, diz Primeiro-ministro da Groenlândia
O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, foi categórico em sua resposta ao presidente Donald Trump: a ilha não será anexada pelos Estados Unidos.
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Aqui é a TV Mundo, trazendo as últimas informações sobre a polêmica envolvendo a Groenlândia e os Estados Unidos. O primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, foi categórico em sua resposta ao presidente Donald Trump: a ilha não será anexada pelos Estados Unidos.

Em uma publicação no Facebook no domingo, Nielsen deixou claro que a Groenlândia não está à venda. "O presidente Trump diz que os Estados Unidos estão ficando com a Groenlândia. Deixe-me ser claro: os Estados Unidos não ficarão com isso. Não pertencemos a mais ninguém. Nós determinamos nosso próprio futuro", afirmou o líder groenlandês.

A declaração foi uma resposta direta às afirmações de Trump, que, no sábado, confirmou à NBC News que teve conversas sobre a possível anexação do território. "Nós ficaremos com a Groenlândia. Sim, 100%", disse o presidente norte-americano.

O assunto ganhou ainda mais destaque após o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, visitar uma base militar no norte da Groenlândia na sexta-feira. Durante a visita, Vance criticou a Dinamarca, alegando que o país não tem protegido adequadamente a ilha, e sugeriu que os Estados Unidos fariam um trabalho melhor na defesa do território, considerado estrategicamente importante.

A Groenlândia é um território autônomo dinamarquês, com seu próprio governo, mas a defesa e as relações exteriores ainda são responsabilidade da Dinamarca. A rejeição de Nielsen reforça a posição da ilha de manter sua independência e autonomia.

Fiquem atentos aos próximos desdobramentos desta história. Aqui na TV Mundo, seguiremos acompanhando de perto todas as atualizações. Até a próxima, leitores e espectadores!

Peru Marca Eleições Gerais para 2026 em Meio a Crise Política e Violência
A presidente Dina Boluarte anunciou nesta terça-feira que o país realizará eleições gerais em abril de 2026, em uma tentativa de acalmar a instabilidade que tem marcado seu governo.
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Aqui é a TV Mundo, trazendo as últimas informações sobre a situação política no Peru. A presidente Dina Boluarte anunciou que o país realizará eleições gerais em abril de 2026, em uma tentativa de acalmar a instabilidade que tem marcado seu governo.

Boluarte, cuja taxa de desaprovação chega a impressionantes 93% segundo pesquisa da Datum Internacional, afirmou que o pleito elegerá um novo presidente, 130 deputados e 60 senadores. Curiosamente, o sistema bicameral não era utilizado desde os anos 1990. Em um breve discurso transmitido nacionalmente, a presidente garantiu que as eleições serão "democráticas, limpas, transparentes e ordeiras", mas não confirmou se pretende concorrer.

A mandatária assumiu o poder em 2022 após a queda de Pedro Castillo, que tentou dissolver o Congresso para evitar seu próprio impeachment. Desde então, seu governo tem enfrentado crescente rejeição popular, agravada pela escalada da criminalidade.

Na semana passada, o Congresso peruano destituiu o ministro do Interior, acusando-o de falhar no combate à violência. O clima de insegurança piorou após o assassinato de Paul Flores, vocalista da banda Armonia 10, morto a tiros por agressores após um show em Lima. O crime chocou o país e levou Boluarte a decretar estado de emergência na capital, enviando tropas para reforçar a segurança.

Os números são alarmantes: em 2024, foram registrados 2.057 homicídios, um aumento significativo em relação aos 1.506 do ano anterior. A medida emergencial, que já havia sido adotada entre setembro e dezembro, não foi suficiente para conter a onda de violência.

Enquanto o Peru se prepara para as eleições, a pressão sobre Boluarte só aumenta. A TV Mundo acompanhará de perto os desdobramentos desta crise política e social.

Para mais notícias como esta, continue acompanhando a TV Mundo. Até a próxima.

China, Coreia do Sul e Japão Unem Forças para Fortalecer Cooperação Comercial
Neste domingo, autoridades da Coreia do Sul, China e Japão deram um passo importante ao realizar sua primeira reunião ministerial comercial trilateral em seis anos.
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Aqui é a TV Mundo, trazendo as últimas atualizações sobre os desdobramentos econômicos na Ásia. Neste domingo, autoridades da Coreia do Sul, China e Japão deram um passo importante ao realizar sua primeira reunião ministerial comercial trilateral em seis anos. O encontro, que visa fortalecer a cooperação entre os três países, ocorre em um momento de tensões globais e aumento do protecionismo.

A reunião contou com a presença do ministro da Indústria da Coreia do Sul, Ahn Duk Geun, do ministro do Comércio da China, Wang Wentao, e do ministro do Comércio do Japão, Yoji Muto, no âmbito da 13ª Reunião Trilateral de Ministros da Economia e Comércio. Este foi o primeiro encontro do tipo desde dezembro de 2019 e a primeira vez em uma década que Seul, capital sul-coreana, sediou o evento. A última edição havia ocorrido em Pequim, conforme relatado pela agência de notícias Yonhap.

Em seu discurso, Ahn Duk Geun destacou a relevância da reunião diante das transformações na economia global, enfatizando que as decisões tomadas terão impacto não apenas nos três países, mas também na comunidade internacional. O ministro também defendeu a restauração do papel da OMC e a criação de um ambiente comercial global mais estável.

Ao final do encontro, os ministros assinaram uma declaração conjunta reafirmando seu compromisso com um sistema de comércio multilateral, aberto e baseado em regras, tendo a OMC como centro. Eles também concordaram em apoiar reformas na organização para fortalecer suas capacidades, especialmente em negociações comerciais.

Além disso, os três países anunciaram que irão colaborar para impulsionar tecnologias de energia limpa, incluindo fontes renováveis, nuclear e hidrogênio, além de ampliar a cooperação no campo digital.

A TV Mundo acompanhará de perto os próximos passos dessa parceria estratégica. Fique conosco para mais atualizações. Até a próxima!

Trump Ameaça Irã com Bombardeios se Não Fechar Acordo nuclear
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma grave ameaça ao Irã neste domingo, alertando que...
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Aqui é a TV Mundo, trazendo as últimas informações sobre o impasse nuclear entre os Estados Unidos e o Irã.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma grave ameaça ao Irã neste domingo, alertando que "haverá bombardeios" e novas tarifas econômicas se o país não aceitar um acordo sobre seu programa nuclear. Em entrevista por telefone à NBC News, Trump afirmou que autoridades dos dois lados estão em contato, mas não revelou detalhes sobre as negociações.

Durante seu primeiro mandato (2017-2021), Trump retirou os Estados Unidos do acordo nuclear de 2015, que limitava as atividades atômicas iranianas em troca do fim de sanções internacionais. Além de abandonar o pacto, o governo americano reinstaurou pesadas sanções econômicas contra o Irã. Desde então, Teerã tem violado os limites do acordo, ampliando seu enriquecimento de urânio.

Até o momento, o Irã rejeitou as exigências de Trump, que insiste em um novo acordo sob risco de ação militar. O governo iraniano respondeu à carta de Trump por meio de Omã, segundo o chanceler Abbas Araqchi, citado pela agência estatal IRNA.

Enquanto potências ocidentais acusam o Irã de buscar armas nucleares, Teerã garante que seu programa é exclusivamente para fins pacíficos. A situação permanece tensa, com o mundo atento aos próximos capítulos desse confronto.

Esta foi a cobertura da TV Mundo. Acompanhe nossas plataformas para mais atualizações.

'Ao invés de chorar, caia na realidade', diz Lula sobre Bolsonaro virar réu no STF.
O presidente criticou o adversário por pedir anistia sem que exista um processo julgado e afirmou que espera que a Justiça cumpra o seu papel..
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Palestinos se levantam contra o Hamas e clamam por paz.
Em uma rara demonstração pública de insatisfação, milhares de palestinos tomaram as ruas para protestar contra o Hamas
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Aqui é o TV Mundo, trazendo a você um relato inédito sobre os acontecimentos que estão marcando profundamente a região de Gaza. Em uma rara demonstração pública de insatisfação, milhares de palestinos tomaram as ruas para protestar contra o Hamas e exigir o fim da guerra devastadora que já dura 17 meses. Os protestos ocorreram principalmente no norte de Gaza, onde cidades como Beit Lahiya e Jabaliya se tornaram palcos de manifestações cheias de dor, desespero e coragem.

Os gritos ecoavam pelas ruínas das áreas fortemente bombardeadas: "O povo quer a queda do Hamas!" e "Fora, fora, fora! Hamas, fora!". Os manifestantes, muitos deles vítimas diretas da destruição causada pelo conflito com Israel, expressaram sua frustração não apenas com o grupo militante, mas também com a situação insuportável em que vivem. “Nossas crianças foram mortas. Nossas casas foram destruídas”, disse Abed Radwan, um dos participantes do protesto em Beit Lahiya. Sua voz reflete um sentimento coletivo de exaustão e revolta contra todas as partes envolvidas na crise.

Embora os protestos tenham começado como movimentos antiguerra, eles rapidamente ganharam um tom específico de crítica ao Hamas. Ammar Hassan, outra pessoa que participou dos atos, afirmou que os manifestantes sabem que seus esforços não podem cessar a ocupação israelense, mas podem pressionar o Hamas localmente. “É o único partido que podemos afetar”, declarou ele.

Curiosamente, desta vez o Hamas adotou uma postura mais discreta, sem intervenções diretas ou repressão violenta. Um alto funcionário do grupo, Bassem Naim, usou seu perfil no Facebook para reconhecer o direito de protestar, mas enfatizou que o foco deveria estar em Israel, chamando-o de “agressor criminoso”. Ainda assim, a ausência de confrontos entre manifestantes e apoiadores do Hamas marcou um contraste significativo com o histórico de repressão do grupo às vozes dissidentes.

Anciãos locais e comunidades tradicionais também deram declarações em apoio aos protestos, destacando que a luta não é política, mas sim pela sobrevivência. “Queremos parar a matança e o deslocamento, não importa o preço”, disse Mohammed Abu Saker, pai de três filhos de Beit Hanoun. Ele ressaltou que, embora seja impossível impedir os ataques israelenses, é possível pressionar o Hamas para fazer concessões.

Entretanto, nem todos os manifestantes se sentiram confortáveis com a cobertura da mídia israelense. Alguns relataram arrependimento por terem participado, temendo que suas vozes fossem usadas para legitimar agendas externas. Apesar disso, outros continuaram firmes, como um jovem de 19 anos cuja família foi deslocada múltiplas vezes. Ele acusou tanto Israel quanto o Hamas de falharem com o povo palestino. “As pessoas estão com raiva do mundo inteiro”, disse ele, incluindo os Estados Unidos e outras potências globais que, segundo ele, ignoraram a tragédia humanitária em Gaza.

Os protestos surgem em meio a novos combates intensos, após Israel encerrar um frágil cessar-fogo com o Hamas. Os ataques recentes deixaram centenas de mortos e levaram à suspensão de suprimentos essenciais para Gaza, incluindo alimentos, combustível e medicamentos. Enquanto Israel promete continuar a ofensiva até que o Hamas liberte os reféns restantes e abandone o poder, o grupo insiste que só negociará sob condições específicas, incluindo um cessar-fogo duradouro e a retirada israelense.

Este ciclo interminável de violência começou com o ataque do Hamas em outubro de 2023, que resultou na morte de cerca de 1.200 pessoas em Israel. A resposta israelense devastou Gaza, causando a morte de mais de 50.000 pessoas e deslocando quase toda a população do território. Hoje, o cenário é de ruínas e sofrimento generalizado, enquanto a população clama por paz e justiça.

Aqui, TV Mundo, nos despedimos agradecendo sua atenção e acompanhamento. Continuaremos monitorando os desenvolvimentos dessa crise complexa e oferecendo informações atualizadas aos nossos leitores e espectadores.

Bolsonaro e Aliados Viram Réus por Tentativa de Golpe.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, aceitar a denúncia que torna o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete aliados réus por crimes ligados a uma tentativa de golpe de Estado. .
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Aqui é a TV Mundo, trazendo a você, leitor e espectador, os detalhes de um dos julgamentos mais impactantes da história recente do Brasil. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, aceitar a denúncia que torna o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais sete aliados réus por crimes ligados a uma tentativa de golpe de Estado.

Os oito acusados enfrentarão uma ação penal pelos seguintes crimes: organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio público, e deterioração de patrimônio tombado. A denúncia, apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), aponta que o grupo atuou entre 2021 e 2023 para deslegitimar as eleições, incitar um ambiente golpista e tentar impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, foi o primeiro a votar, seguido por Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, que concordaram integralmente com seu posicionamento. Durante seu voto, Moraes exibiu imagens dos ataques de 8 de janeiro de 2023, questionando: "Se isso não é violência, o que é violência?". Já Flávio Dino lembrou que "golpe de Estado mata", reforçando a gravidade das acusações.

Entre os denunciados estão figuras como o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), o ex-comandante da Marinha Almir Garnier, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, o general Augusto Heleno, o tenente-coronel Mauro Cid, o ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira e o general Walter Braga Netto. A PGR os acusa de integrar uma organização criminosa que planejou minar a democracia.

A defesa de Bolsonaro nega as acusações, alegando perseguição política. Seu advogado, Celso Vilardi, afirmou que o ex-presidente "repudiou o 8 de Janeiro" e que não há provas suficientes para vinculá-lo aos atos de violência. No entanto, o STF considerou que há indícios robustos para seguir com o processo.

Com a decisão, o STF inicia formalmente a ação penal, que poderá resultar em condenação ou absolvição dos acusados. O caso marca um capítulo crucial na história do país, sendo a primeira vez que um ex-presidente é levado a júri por tentativa de golpe.

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Ele sabia!
Moraes afirma: Bolsonaro sabia do plano 'Punhal Verde e Amarelo' para assassinar Lula, Alckmin e o ministro.
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Aqui é o TV Mundo, seu canal de notícias na internet. Hoje trazemos um desdobramento de extrema relevância sobre uma denúncia que abalou os pilares da política brasileira. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quarta-feira (26) que o ex-presidente Jair Bolsonaro tinha pleno conhecimento da operação intitulada "Punhal Verde e Amarelo", cujo objetivo era assassinar figuras-chave da República: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice Geraldo Alckmin e até mesmo o próprio magistrado.

As declarações de Moraes ocorreram durante o julgamento em que o STF analisa se aceita ou rejeita a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro e outros sete acusados por supostamente planejarem um golpe de Estado após as eleições presidenciais de 2022. Segundo o ministro, documentos comprovam que Bolsonaro não apenas sabia da existência dessa organização criminosa, como também teve participação ativa em suas articulações.

“Hoje ninguém mais tem dúvida de que é crime acampar na frente de quartéis para pedir decretação de golpe de Estado, volta do AI-5, da tortura, da quebra da normalidade democrática”, afirmou Moraes. Ele reiterou ainda que “não há mais nenhuma dúvida” de que Bolsonaro conhecia, manuseava e discutiu a chamada “minuta do golpe”, documento que detalhava estratégias antidemocráticas.

Durante sua fala, o ministro leu mensagens trocadas entre o general Mario Fernandes e o ex-ajudante de ordens Mauro Cid em 8 de dezembro de 2022. Essas conversas corroboram a tese de que Bolsonaro estava ciente das movimentações criminosas. Em uma das mensagens, o militar relata uma conversa com o então presidente: “Ele citou que o dia 12, pela diplomação do vagabundo [Lula], não seria uma restrição. Que qualquer ação nossa pode acontecer até 31 de dezembro... Mas na hora eu disse: pô, presidente, mas o quanto antes… a gente já perdeu tantas oportunidades”.

Além disso, Moraes destacou que a PGR demonstrou que Bolsonaro sabia que não havia fraude nas urnas eletrônicas. No entanto, o ex-presidente convocou uma reunião com embaixadores estrangeiros com o objetivo de divulgar informações falsas sobre o processo eleitoral. O ministro ressaltou que a missão dada pelo então presidente às Forças Armadas, sob comando do ministro da Defesa Paulo Sérgio, era comprovar fraudes inexistentes nas eleições.

Ainda segundo Moraes, a denúncia da PGR aponta claramente que Bolsonaro teve conhecimento prévio sobre o plano criminoso conhecido como “Punhal Verde e Amarelo”. Este plano visava monitorar e executar autoridades públicas brasileiras, colocando em risco a estabilidade democrática do país.

O caso segue em análise no STF, enquanto Bolsonaro nega envolvimento com a trama. A decisão final caberá aos ministros do tribunal, que decidirão se recebem ou rejeitam a denúncia formalmente apresentada.

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Bolsonaro Aponta Zambelli por Derrota para Lula. .
O ex-presidente Jair Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), apontou recentemente a deputada Carla Zambelli como uma das responsáveis por sua derrota nas eleições presidenciais de 2022, quando foi superado pelo atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva...
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25 Mar 2025

Aqui é o TV Mundo, seu canal de notícias na internet, trazendo mais uma análise política que expõe os bastidores do cenário brasileiro. Hoje, revelamos detalhes sobre a relação conturbada entre o ex-presidente Jair Bolsonaro e a deputada federal Carla Zambelli.

O ex-presidente Jair Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), apontou recentemente a deputada Carla Zambelli como uma das responsáveis por sua derrota nas eleições presidenciais de 2022, quando foi superado pelo atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Uma relação que já foi marcada pela proximidade e apoio mútuo transformou-se em um distanciamento repleto de acusações e críticas públicas.

Carla Zambelli, conhecida por sua postura conservadora e fervorosa defesa dos valores defendidos por Bolsonaro, tornou-se uma figura central no governo do ex-presidente. Ela desempenhou papel ativo na promoção de pautas polêmicas, como a flexibilização do porte de armas e o combate às políticas pró-aborto. No entanto, esse apoio incondicional começou a oscilar com o passar do tempo, especialmente quando atritos surgiram dentro do núcleo político do governo.

Foi durante o processo eleitoral de 2022 que as divergências começaram a ficar evidentes. Apesar de Zambelli ter sido uma das vozes mais altas na campanha de reeleição de Bolsonaro, participando de lives e eventos como as motociatas organizadas pelo PL, o ex-presidente optou por não apoiá-la em sua candidatura ao Senado por São Paulo. Em vez disso, ele declarou apoio ao astronauta Marcos Pontes, que acabou eleito para o cargo.

Após a derrota nas urnas, a deputada tentou mobilizar figuras influentes, como o ex-comandante da Aeronáutica Carlos Batista Júnior e o então Ministro da Defesa, general Paulo Sérgio de Oliveira, para garantir suporte ao ex-presidente. Contudo, essas ações não foram suficientes para evitar o rompimento entre os dois lados.

Em 2023, a relação entre Bolsonaro e Zambelli atingiu seu ponto mais baixo. A deputada criticou publicamente a postura de Bolsonaro após a derrota para Lula, afirmando que “discordava da maneira que ele levou aquele tempo todo [para se manifestar] e o silêncio que teve”. Além disso, Zambelli fez gestos de aproximação com o Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo o ministro Alexandre de Moraes, figura frequentemente alvo de ataques por parte dos bolsonaristas. Em entrevista à CNN, ela declarou que não defendia mais o impeachment de Moraes, algo que foi interpretado por Bolsonaro como uma traição.

Nos bastidores, Bolsonaro relatou a aliados que as declarações de Zambelli feriram profundamente sua confiança. Para ele, as falas da deputada representaram um afastamento definitivo e uma ruptura com os princípios que antes uniam ambos.

E assim encerramos mais este capítulo da política brasileira. Obrigado por acompanhar o TV Mundo, seu espaço para entender os acontecimentos que moldam o país. Até a próxima!

MEU DNA É MARLEY
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