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O “príncipe deste mundo”, o templo e o verdadeiro Sumo Sacerdote
Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.
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O Príncipe Deste Mundo – Leitura Explicativa

Uma leitura explicativa e acessível para os leitores

A expressão “o príncipe deste mundo”, usada por Jesus nos Evangelhos de João, pode ser compreendida, neste contexto, como uma referência ao sumo sacerdote e à liderança religiosa que controlava o templo e o sistema religioso em Jerusalém.

O “príncipe deste mundo” e o juízo anunciado por Jesus

Jesus declara:

“Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo.”
(João 12:31)

Aqui, Jesus anuncia que aquele sistema religioso dominante — representado pelo sumo sacerdote, o principal líder espiritual e político do povo — seria julgado e removido. Esse “príncipe” exercia autoridade sobre o templo, as tradições e o povo, mas sua liderança estava corrompida.

Mais adiante, Jesus afirma:

“Já não falarei muito convosco, porque se aproxima o príncipe deste mundo, e nada tem em mim.”
(João 14:30)
“O príncipe deste mundo está julgado.”
(João 16:11)

Essas palavras indicam que essa autoridade religiosa não tinha poder espiritual sobre Cristo e que seu julgamento já estava determinado.

A liderança religiosa e a crucificação de Jesus

Os Evangelhos mostram claramente que foram os principais sacerdotes e fariseus, liderados pelo sumo sacerdote Caifás, que conspiraram pela morte de Jesus:

“Convém que um homem morra pelo povo, e não pereça toda a nação.”
(João 11:50)

João explica que Caifás, sendo sumo sacerdote, profetizou involuntariamente sobre a morte de Jesus (João 11:51-52).

“Nenhum dos príncipes deste mundo conheceu essa sabedoria; porque, se a conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da glória.”
(1 Coríntios 2:8)

O juízo: expulsão do sistema antigo e queda do templo

“Não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada.”
(Mateus 24:2)
“A hora vem, e agora é, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.”
(João 4:21)

Jesus Cristo: Rei e Sumo Sacerdote eterno

“Deus o exaltou à sua direita como Príncipe e Salvador.”
(Atos 5:31)
  • Hebreus 4:14-16
  • Hebreus 5:10
  • Hebreus 6:20
  • Hebreus 7:11
  • Salmo 110:4
“Jesus Cristo é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra.”
(Apocalipse 1:5)

Conclusão clara para o leitor

O príncipe deste mundo foi julgado e expulso.

O templo foi destruído.

Jesus Cristo reina agora como Rei e Sumo Sacerdote eterno.

A antiga autoridade caiu.
O novo e eterno sacerdócio foi estabelecido.
Cristo reina para sempre. ✨✝️


O Verdadeiro Sumo Sacerdote: Da Autoridade Temporal à Eternidade em Cristo

Quando Jesus anunciou: "Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo" (João 12:31), Ele se referia à liderança religiosa de sua época — o sumo sacerdote e o sistema que representava. Esse "príncipe" não era uma figura espiritual invisível, mas o poder religioso terreno que dominava o povo sob a aparência de autoridade divina.

Isso fica evidente em três momentos-chave do Evangelho de João:

  • João 12:31 — o príncipe seria expulso por ocasião da cruz.
  • João 14:30 — esse príncipe "nada tem em mim".
  • João 16:11 — esse príncipe "está julgado".

Quem era esse príncipe? O próprio texto bíblico aponta para Caifás, o sumo sacerdote (João 11:49-53), líder da conspiração contra Jesus. Paulo confirma esse uso ao dizer: "Não dirás mal do príncipe do teu povo" (Atos 23:5), mostrando que "príncipe" e "sumo sacerdote" eram títulos intercambiáveis.

O Julgamento e a Nova Ordem

  • Na cruz: Jesus foi entregue, mas ressuscitou, invalidando aquela autoridade.
  • Na destruição do Templo (70 d.C.): o sistema levítico chegou ao fim.
  • Na exaltação de Cristo: Ele foi constituído Sumo Sacerdote eterno.

Onde Adoramos Hoje?

“Nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai.”
(João 4:21)

A adoração não depende mais de um local físico, mas de um coração transformado, em espírito e em verdade (João 4:23-24).

Conclusão

O "príncipe deste mundo" foi julgado e substituído. O templo de pedras caiu, mas Cristo edificou o verdadeiro santuário: Seu corpo ressurreto (João 2:21).

Hoje, Jesus Cristo é Rei e Sumo Sacerdote eterno. Não há mais necessidade de sacerdotes humanos como mediadores. A adoração agora é espiritual, viva e verdadeira.

Nota: Esta interpretação apresenta uma leitura contextual das passagens joaninas. Outras tradições entendem o “príncipe deste mundo” como Satanás; ambas podem coexistir, pois a rejeição de Cristo operou também sob influência espiritual das trevas (João 8:44).



Trump é acusado por Hillary Clinton de 'encobrir' os arquivos de Epstein
Hillary Clinton tem acusado o Administração Trump de um encobrimento de “” sobre os arquivos de Epstein, enquanto afirma que ela e seu marido estão sendo forçados a testemunhar perante o Congresso para desviar o escrutínio de Donald Trump...
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18 de fevereiro de 2026
Em uma entrevista na conferência de segurança de Munique, Clinton pediu ao governo Trump que ‘tirasse os arquivos’

Hillary Clinton tem acusado o Administração Trump de um encobrimento de “” sobre os arquivos de Epstein, enquanto afirma que ela e seu marido estão sendo forçados a testemunhar perante o Congresso para desviar o escrutínio de Donald Trump.

Em um entrevista à BBCClinton disse que o Departamento de Justiça dos EUA foi “slow-walking” a liberação de documentos relativos ao catálogo de crimes de Jeffrey Epstein e pediu à administração que “tirasse os arquivos”. Apesar dos despejos periódicos de documentos dos arquivos desde que o Congresso determinou sua liberação no final do ano passado, o departamento de justiça ainda está retendo cerca de 3 milhões de arquivos.

Os comentários de Clinton, ao Conferência de segurança de Muniqueela e seu marido, Bill Clinton, o ex-presidente, se preparam para dar depoimentos juramentados sobre o caso perante o comitê de supervisão da Câmara.

Hillary Clinton deve testemunhar em 26 de fevereiro, enquanto Bill aparecerá no dia seguinte. Será a primeira aparição de um ex-presidente diante de um painel do Congresso em mais de 40 anos.

Clinton, ex-secretária de Estado, disse que ela e seu marido estavam sendo tratados injustamente em comparação com outras testemunhas e estavam sendo apontados.

“Acho que todo mundo deveria testemunhar quem foi convidado a testemunhar,”, disse ela em resposta se achava que Andrew Mountbatten-Windsor, o ex-príncipe Andrew, deveria aparecer.

“Só quero que seja justo. quero que todos sejam tratados da mesma forma. Isso não é verdade para mim e meu marido, porque [quando] pediram que outras testemunhas prestassem depoimentos por escrito sob juramento.

“Oferecemos que [mas] eles querem nos puxar [em]. Por que querem nos puxar para isso? Para desviar a atenção do presidente Trump. Isso não é complicado.”

Trump, que é citado milhares de vezes nos arquivos divulgados até agora, disse a repórteres em resposta aos comentários de Clinton que havia sido absolvido.

““Fui totalmente inocentado,”, disse ele, falando no Air Force One. “Estão sendo puxados, problema deles, teremos que ver no que vai dar. Eu a assisti em Munique, e ela está seriamente com a síndrome do desarranjo de Trump.”

Bill Clinton também é destaque nos arquivos, mas diz que cortou contato com o financiador desonrado depois que surgiram informações de seus crimes sexuais contra menores. Os arquivos liberados incluem fotos que mostram o ex-presidente em uma piscina quente com Epstein junto com uma pessoa que o departamento de justiça descreveu como vítima.

Bill Clinton negou irregularidades e também pediu que todos os arquivos fossem liberados.

Os Clinton concordou em dar depoimentos filmados a portas fechadas em 3 de fevereiro, depois que os membros do Comitê sinalizaram que estavam prontos para detê-los em desacato ao Congresso por desafiar uma intimação apresentada por James Comer, presidente republicano do Comitê.

Comer rejeitou a oferta da dupla de prestar depoimento por escrito sob juramento.

Hillary Clinton, que perdeu a eleição presidencial dos EUA em 2016 para Trump, disse à BBC que nunca conheceu Epstein, mas conheceu sua associada Ghislaine Maxwell, que cumpre pena de prisão como co-conspiradora condenada em seus crimes de tráfico sexual, “em algumas ocasiões”.

“Temos um registro muito claro de que estamos dispostos a conversar, sobre o qual meu marido disse que fez algumas viagens no avião [de Epstein] para seu trabalho de caridade,”, disse ela.

“Não me lembro de tê-lo conhecido. Eu [conheci Maxwell] em algumas ocasiões, e milhares de pessoas vão para a Clinton Global Initiative (um programa envolvendo líderes empresariais e governamentais estabelecido pela Fundação Clinton do ex-presidente) Então não é não é algo que realmente está no cerne do que se trata esse assunto. Eles são acusados, e em ambos os casos, foram condenados, por crimes horríveis contra meninas e mulheres. Esse deve ser o foco.

“Não temos nada a esconder,”, acrescentou ela. “Pedimos a liberação completa desses arquivos repetidamente. Achamos que a luz solar é o melhor desinfetante.”

Os Clinton pediram que suas audiências sejam realizadas em público. Comer disse que está feliz em realizar audiências públicas, além do depoimento a portas fechadas.

Assim como os republicanos, democratas norte-americanos também fazem uso da fé cristã em suas campanhas
como um grupo de democratas norte‑americanos está usando a fé cristã em suas campanhas para tentar conquistar eleitores cristãos que historicamente votam nos republicanos...
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17 de fevereiro de 2026

como um grupo de democratas norte‑americanos está usando a fé cristã em suas campanhas para tentar conquistar eleitores cristãos que historicamente votam nos republicanos.

O cenário político e religioso: há décadas, os eleitores cristãos – especialmente brancos evangélicos – tendem a se alinhar ao Partido Republicano, que se apresenta como defensor de valores conservadores. Ao mesmo tempo, a base do Partido Democrata tem ficado cada vez mais secular, com muitos simpatizantes que se declaram sem religião ou pouco confortáveis com discursos religiosos na política. Esse contraste cria um campo de tensão: os democratas querem alcançar cristãos moderados, mas sem afastar seus eleitores não religiosos, tornando o caminho “bastante complicado de navegar”.

Dentro desse contexto, o texto destaca que o presidente Donald Trump, em seu segundo mandato, manteve políticas duras contra a imigração ilegal, o que abriu espaço para críticas religiosas vindas da esquerda. Alguns grupos de fé passaram a questionar se essas medidas combinam com os princípios cristãos de acolher o estrangeiro, cuidar dos vulneráveis e defender os pobres. Em 2024, Trump obteve cerca de 83% do voto dos brancos evangélicos, e ainda venceu entre a maioria dos protestantes e católicos de linha principal, o que mostra a força desse vínculo entre direita política e religiosidade conservadora.

Os democratas religiosos em destaque: democratas que são, ao mesmo tempo, políticos e líderes religiosos ou estudantes de teologia. Sarah Trone Garriott, senadora estadual de Iowa e ministra luterana, é apresentada como alguém que nunca se esquivou de colocar sua fé no centro da campanha, unindo igreja e política em sua biografia pública. Ela é apenas um exemplo de um contingente “excepcionalmente alto” de democratas concorrendo ao Congresso que fazem apelos explícitos à doutrina religiosa, algo visto pelos estrategistas nacionais do partido como uma tentativa de deslocar alguns eleitores cristãos da “coluna republicana” nas eleições de meio de mandato.

Outros nomes surgem, como Matt Schultz, candidato ao Congresso no Alasca e pastor presbiteriano, e James Talarico, candidato ao Senado do Texas e seminarista presbiteriano. Eles fazem parte de um grupo mais amplo que inclui “mais de uma dúzia” de líderes religiosos concorrendo como democratas a cargos federais e estaduais, número bem maior que em ciclos eleitorais anteriores, segundo Doug Pagitt, pastor que comanda o grupo político cristão progressista Vote Bem Comum. A reportagem ressalta que, ao contrário de figuras como Raphael Warnock, senador da Geórgia e pastor negro – inserido na tradicional comunidade de igreja negra que sempre foi parte da base democrata –, muitos desses novos candidatos não vêm desse universo, mas sim do clero branco, retomando uma presença que praticamente não existia havia décadas.

A estratégia de usar linguagem religiosa: Especialistas citados na reportagem explicam que, quando os eleitores ouvem que um candidato é “religioso”, a suposição automática costuma ser de que se trata de um republicano conservador. O que está surgindo agora, porém, é um grupo de democratas que utiliza linguagem religiosa para tratar de pautas situadas à esquerda, como justiça social, imigração mais humana, defesa dos pobres e ampliação de direitos. Eles não falam apenas de fé como experiência pessoal, mas conectam explicitamente textos bíblicos e valores cristãos a propostas sobre economia, saúde e imigração, tentando resgatar uma tradição de “cristianismo social”.

Essa escolha tem riscos claros. De um lado, existe o medo de afastar o eleitorado secular democrata, que muitas vezes rejeita a mistura de religião e política. De outro, há a aposta de que muitos eleitores moderados, que ainda valorizam a linguagem religiosa, podem se sentir mais confortáveis com democratas que falam “a sua língua” de fé. Schultz, por exemplo, afirma não temer afastar eleitores não religiosos, argumentando que as pessoas têm uma visão mais sofisticada da religião do que se costuma supor e que são capazes de distinguir entre fé como imposição moral e fé como inspiração ética.

Reação republicana e disputa pela fé: O texto também mostra a resposta republicana a esse movimento. Mike Marinella, porta‑voz do braço nacional de campanha da Câmara do Partido Republicano, desdenha a ideia de que figuras como Trone Garriott e Schultz possam abalar a popularidade republicana entre eleitores cristãos. Ele afirma que os republicanos “dominaram” o voto de fiéis ciclo após ciclo porque estariam cumprindo o que considera “senso comum”, enquanto acusa os democratas de perseguirem uma “lista de desejos liberal radical” supostamente fora de sintonia com a própria fé de muitos cristãos.

Dessa forma, a narrativa evidencia uma disputa simbólica intensa: quem fala em nome do cristianismo na política americana? De um lado, republicanos tentam manter o monopólio da identidade cristã, associando-a a conservadorismo cultural e dureza em temas como imigração e segurança. Do outro, esses novos democratas religiosos reivindicam que seguir o Evangelho significa justamente acolher o imigrante, proteger vulneráveis, ampliar acesso à saúde, combater a pobreza e revisar políticas que consideram cruéis.

Fé, aborto e questões morais difíceis: Um dos pontos mais delicados em que esses democratas aplicam sua fé é o debate sobre aborto. A reportagem lembra que, por muitos anos, o aborto foi usado pelos republicanos como linha de ataque contra os democratas, mas que, desde que a Suprema Corte derrubou o direito nacional ao aborto em 2022, o tema também se tornou uma bandeira mobilizadora para o lado democrata. Alguns desses candidatos religiosos defendem o direito de escolha apoiados justamente em sua compreensão do cristianismo, rompendo com o estereótipo de que todo cristão seria automaticamente contra o aborto em qualquer circunstância.

Schultz ilustra esse reposicionamento ao dizer que as escrituras cristãs não esclarecem com precisão em que momento a vida começa, deixando espaço para debate e discernimento. Ele argumenta que muitos republicanos se opõem a medidas que, na prática, reduziriam abortos, como melhor acesso à saúde, contraceptivos e cuidados infantis ampliados, e conclui: “Sou pró‑escolha, não apesar da minha fé cristã, mas por causa dela”. Outros candidatos, como Rob Sand, auditor estadual de Iowa e luterano praticante, afirmam que a fé cristã sempre os levou a “cuidar do carinha”, isto é, a olhar para os mais frágeis e oprimidos, o que para eles se traduz em políticas sociais robustas.

Violência, imigração e “frutos” da administração: A narrativa ganha um tom mais dramático quando traz um episódio específico: a morte de Alex Pretti, enfermeira de 37 anos, baleada por agentes federais em Minneapolis. Dias após esse acontecimento, Schultz sobe ao púlpito de sua igreja em Anchorage e chama o episódio de “assassinato”, diretamente do altar, rompendo a barreira entre sermão religioso e denúncia política. Em entrevista, ele associa o caso a uma lista de consequências que atribui à administração Trump: assassinato, lágrimas, perda e dor, uma sequência que remete à ideia bíblica de que os “frutos” de uma árvore revelam sua verdadeira natureza.

as táticas de imigração de Trump vêm sofrendo crescente escrutínio de grupos de fé, sobretudo depois de Pretti e outra cidadã americana, Renee Good, serem mortas em ações federais. Em contraste com a linguagem oficial que rapidamente rotulou as duas como “terroristas domésticas”, apesar de haver evidências em vídeo que contrariavam essa narrativa, líderes religiosos como Trone Garriott insistem em um discurso de compaixão: lembram que Jesus acolheu o estranho, alimentou famintos, defendeu vulneráveis e cuidou dos pobres, e que esse deveria ser o chamado dos cristãos hoje. Diante disso, eles denunciam comunidades imigrantes aterrorizadas e pessoas tratadas com grande crueldade sob uma política de repressão.

Justiça econômica e visão moral do cotidiano: Para além de temas quentes como aborto e imigração, as campanhas desses democratas religiosos se concentram também em justiça econômica. Eles interpretam o chamado bíblico a cuidar dos pobres e aflitos como fundamento para políticas de acessibilidade em áreas como alimentação, saúde, moradia e direitos trabalhistas. O texto explica que isso dialoga com uma estratégia mais ampla do Partido Democrata, que tenta fazer da “acessibilidade” – o custo de vida e o acesso a serviços básicos – o centro da disputa nas eleições de meio de mandato.

O deputado Morgan McGarvey, democrata de Kentucky envolvido no recrutamento de candidatos, afirma que uma pessoa de fé já carrega “lentes e estrutura” para enfrentar os grandes problemas morais do dia. Ele traduz essas preocupações em perguntas concretas: temos comida? Temos saúde? Temos moradia? Temos uma agência de imigração (ICE) que respeite os direitos das pessoas? A implicação é que, para esses políticos, fé não é apenas crença interior, mas uma forma de olhar para o cotidiano e para as políticas públicas como arenas onde se decide se o mandamento de cuidar dos mais frágeis será cumprido ou não.

A tensão central da narrativa: tensão e tentativa de reinvenção. De um lado, um Partido Democrata cuja base se torna mais laica e que precisa tomar cuidado para não parecer teocrático ou moralista demais aos olhos de seus eleitores seculares. De outro, um grupo de candidatos que se recusa a esconder sua identidade religiosa e acredita que o cristianismo, longe de pertencer apenas aos conservadores, pode inspirar políticas mais humanas em temas como imigração, aborto, justiça econômica e direitos civis.

ainda não está claro se essa estratégia é “vencedora”; alguns candidatos, como Rob Sand, admitem que não sabem se falar tanto de fé ajuda eleitoralmente, apenas sabem que não conseguem agir de outra forma sem trair quem são. O texto termina enfatizando que, para esses democratas, religião e política se entrelaçam porque ambas tratam de como as pessoas vivem em comunidade, de quem é incluído e quem é deixado para trás, e de como a sociedade decide cuidar – ou não – dos mais vulneráveis.

Justiça dos Estados Unidos divulga mais 300 nomes na lista Epstein
Entre eles: Donald Trump Barack Obama Príncipe Harry Bill Gates Woody Allen Mark Zucker berg...
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17 de fevereiro de 2026

Aqui é o canal de notícias TV Mundo, trazendo diretamente para nossos leitores e espectadores as informações mais recentes e relevantes sobre o caso que tem dominado as atenções internacionais. Anunciam a publicação de todos os arquivos de Epstein com uma lista de mais de 300 nomes, marcando um momento significativo na transparência dos documentos relacionados ao criminoso sexual Jeffrey Epstein e sua cúmplice Ghislaine Maxwell.

A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, anunciou neste sábado que todos os arquivos relacionados ao caso foram publicados, conforme informem Fox Notícias. Em declaração contundente sobre a integridade do processo, a procuradora-geral Pam Bondi afirmou: "Nenhum documento foi escondido ou censurado por motivos de vergonha, dano à reputação ou sensibilidade política, nem mesmo com relação a funcionários do governo, figuras públicas ou dignitários estrangeiros".

De acordo com o texto de uma carta dirigida às comissões judiciárias das duas casas do Congresso, o Departamento de Justiça publicou "todos os registros, documentos, comunicações e materiais de investigação em poder do Departamento" que tenham relação com nove categorias diferentes, conforme exigido por lei. Para garantir a compreensão completa de nossos leitores e espectadores sobre o escopo desta divulgação, detalhamos abaixo as nove categorias abrangidas por esta publicação massiva de documentos.

A primeira categoria inclui Jeffrey Epstein, abrangendo todas as investigações, processos judiciais ou assuntos relacionados com a custódia. A segunda categoria foca especificamente em Ghislaine Maxwell. A terceira categoria trata dos registros de voo ou registros de viagem para qualquer aeronave, embarcação ou veículo de propriedade, operado ou usado por Jeffrey Epstein ou qualquer entidade relacionada. A quarta categoria lista pessoas, incluindo funcionários governamentais, nomeado ou mencionado em conexão com atividades criminais, acordos civis e resoluções legais relacionadas a Epstein.

Continuando a detalhar as categorias, a quinta abrange entidades com ligações conhecidas ou suspeitas com o tráfico ou redes financeiras de Epstein. A sexta categoria inclui acordos imunidade, não acusação, confissão de culpa ou selos envolvendo Epstein ou seus associados. A sétima categoria compreende comunicações internas do Departamento de Justiça, relativas a decisões relacionadas a Epstein ou seus associados. A oitava categoria cobre todas as comunicações, memorandos, diretivas, registros ou metadados relativos ao destruição, eliminação, alteração, perda ou ocultação de documentos, gravações ou dados eletrônicos relacionados a Epstein, seus associados, sua prisão e morte, ou qualquer arquivo investigativo. Por fim, a nona categoria consiste na documentação sobre prisão ou morte de Epstein, incluindo relatórios de incidentes, entrevistas com testemunhas, registros de médicos legistas, relatórios de autópsias e registros escritos detalhando as circunstâncias e a causa da morte.

Além das categorias documentais, a carta também inclui uma lista de mais de 300 nomes de "alto perfil". Entre os nomes destacados na divulgação estão o presidente Donald Trump, Barack e Michelle Obama, Príncipe Harry, Bill Gates, Woody Allen, Kim Kardashian, Kurt Cobain e Mark Zucker berg, entre outros. É importante esclarecer aos nossos leitores e espectadores os critérios utilizados para esta inclusão. Nomes foram incluídos na lista se foram funcionários públicos ou pessoas "politicamente expostas" e apareceram pelo menos uma vez nos autos divulgados, conforme explicitado.

A carta afirma que aparecem "em uma grande variedade de contextos". Isso pode significar, por exemplo, seu extenso contato direto por e-mail com Epstein ou Maxwell, ou se eles são mencionados apenas em uma parte de um documento que, à primeira vista, não tem relação com os assuntos desses dois. Reforçando o compromisso com a transparência total, a carta diz novamente: "Nenhum documento foi escondido ou censurado por motivos de vergonha, dano à reputação ou sensibilidade política, nem mesmo com relação a funcionários do governo, figuras públicas ou dignitários estrangeiros".

Esta foi a atualização completa sobre a liberação dos arquivos. Encerramos aqui a nossa cobertura, agradecemos a sua atenção e lembre-se de acompanhar sempre o canal de notícias TV Mundo para mais informações precisas e diretas.

Presidente Lula viaja à Ásia com delegação do agronegócio
O itinerário de Lula inclui Nova Délhi, Índia (18 a 21 de fevereiro) e Seul, Coreia do Sul (22 a 24 de fevereiro). Ele se reunirá com...
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17 de fevereiro de 2026
Presidente Lula viaja à Ásia com delegação do agronegócio A viagem, iniciada em 17 de fevereiro de 2026, tem como objetivo abrir novos mercados para produtos agrícolas brasileiros na Índia e na Coreia do Sul.

📋 Detalhes da Viagem O itinerário de Lula inclui Nova Délhi, Índia (18 a 21 de fevereiro) e Seul, Coreia do Sul (22 a 24 de fevereiro). Ele se reunirá com o primeiro-ministro indiano Narendra Modi, participará da Cúpula de Inteligência Artificial e estará presente em fóruns empresariais organizados pela ApexBrasil. A delegação conta com cerca de 150 empresários para a Índia e 100 para a Coreia do Sul, sendo quase 25% do agronegócio — totalizando 77 dos 315 participantes confirmados.

🌾 Objetivos do Agronegócio
Na Índia: • Prioridade para aprovação sanitária da exportação de feijão-guandu; • Redução de tarifas de ~100% sobre cortes de frango brasileiro, por meio de cotas; • Cooperação em grãos, aves e segurança alimentar; • Importação de produtos como romãs indianas.

Na Coreia do Sul: ◇ Foco na reabertura do mercado para a carne bovina brasileira, competindo com Austrália e Nova Zelândia; ◇ Oportunidades em matérias-primas para cosméticos e investimentos em tecnologia; ◇ Diversificação das exportações em meio a desafios como as salvaguardas impostas pela China às importações de carne em 2026.

🎯 Objetivos Mais Amplos A missão busca ampliar o comércio bilateral de ~US$ 12 bilhões anuais para US$ 20 bilhões até o final da década, abrangendo setores como: ◇ Farmacêutico; ◇ Minerais críticos; ◇ Biocombustíveis; ◇ Preferências tarifárias entre Mercosul e Índia.

A iniciativa dá continuidade a visitas anteriores do vice-presidente Geraldo Alckmin e do primeiro-ministro Narendra Modi, fortalecendo laços diplomáticos e comerciais.

Argentina em Crise: A Luta Diária por Alimentos e o Ciclo da Dívida
Na Argentina, os locais estão tomando empréstimos para comprar comida. Os argentinos estão tomando empréstimos, vendendo seus pertences e vivendo com cartões de crédito para pagar pelo básico, incluindo comida...
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17 de fevereiro de 2026

Aqui é o canal de noticias tv mundo. Para nossos leitores e espectadores, trazemos um panorama detalhado sobre a situação econômica que assola a Argentina.

Na Argentina, os locais estão tomando empréstimos para comprar comida. Os argentinos estão tomando empréstimos, vendendo seus pertences e vivendo com cartões de crédito para pagar pelo básico, incluindo comida. A dívida tem sido um problema sério na Argentina e agora se tornou uma crise, com o residente médio recorrendo a empréstimos para pagar as necessidades diárias.

Em Buenos Aires, Argentina, Diego Nacasio, de 43 anos, trabalha em tempo integral como vendedor em uma grande loja de ferragens em Florencio Varela, cidade da região da grande Buenos Aires. Diz que não precisa de calendário para saber que dia do mês é. Quando o salário dele e de sua esposa, que também trabalha em tempo integral em uma loja, acaba, é por volta do dia 15. A partir daí, eles procuram empregos extras, encontram coisas para vender, usam seus cartões de crédito, e conseguem pequenos empréstimos para pagar o básico, inclusive a alimentação, até que cheguem os próximos contracheques.

"Eu nunca experimentei nada assim," disse Nacasio. "Nos últimos 25 anos, temos trabalhado duro, e nossos empregos nos permitiram construir uma casa do zero, comprar um carro e dar ao nosso filho de 17 anos uma vida decente. Agora, temos empregos melhores do que tínhamos naquela época, e ainda não podemos nem pagar comida pelo mês inteiro."

"Viver a crédito coloca você em um ciclo muito perigoso. É muito fácil ficar para trás com os pagamentos, e depois é uma questão de correr atrás do próprio rabo. A maioria das pessoas que conheço estão na mesma situação. Estamos vivendo em um estado constante de estresse e ansiedade, e parece que não há saída."

A história de Nacasio tem se tornado cada vez mais comum na Argentina, onde quase metade das pessoas diz que está usando economias, vendendo pertences ou pegando dinheiro emprestado de bancos ou parentes para cobrir o básico, de acordo com um relatório da Argentina Grande baseado nos últimos números oficiais disponíveis. Outro relatório, da Fundacion Pensar, descobriu que 63% dos argentinos reduziram as atividades ou serviços para sobreviver.

"A situação atual na Argentina é extremamente preocupante. É particularmente preocupante ver que mesmo as pessoas que têm um ou vários empregos estão recebendo empréstimos não para comprar uma casa, um carro ou linha branca [eletrodomésticos], mas para comprar comida," Violeta Carrera Pereyra, socióloga e pesquisadora do Instituto Argentina Grande e uma das autoras do relatório, disse.

O presidente da Argentina, Javier Milei, que assumiu o cargo em dezembro de 2023, diz que seu plano econômico de austeridade, baseado na obtenção do equilíbrio fiscal enquanto constrói reservas de moeda dos Estados unidos por meio de cortes drásticos nos gastos públicos, revitalizou a economia e tirou milhões de pessoas da pobreza. Ele é apoiado pelo Fundo Monetário Internacional, que, apesar dos níveis recordes de empréstimos estrangeiros na Argentina, projeta um crescimento econômico de quatro por cento em 2026 e 2027.

Mas um olhar mais atento às figuras mostra um quadro diferente, mais sombrio. Embora a atividade econômica na Argentina tenha aumentado em geral, o crescimento tem sido desigual. Em novembro de 2025, o mês mais recente para o qual há dados disponíveis, setores como bancos e agricultura tiveram crescimento, mas a manufatura e o comércio sofreram fortes quedas, com muitas fábricas e lojas fechando devido à queda da demanda. O consumo, particularmente de alimentos, vem caindo, com uma queda de 12,5% relatada pelos varejistas independentes de alimentos.

Depois tem a inflação, uma variável chave que na Argentina precisa ser mantida à distância para acessar o crédito estrangeiro essencial. Embora o plano econômico chocante de Milei tenha conseguido reduzir significativamente a inflação em relação aos números recordes quando ele assumiu o cargo no final de 2023, os especialistas dizem que seu governo tomou algumas medidas polêmicas para mantê-lo baixo. Isso inclui forçar os salários a permanecerem estagnados e sob a taxa de inflação, e abrir o país para importações mais baratas. Essas políticas deixaram muitos sem dinheiro para gastar e forçaram milhares de fábricas e pequenas empresas a fechar.

Os críticos também dizem que os números da inflação não são representativos das flutuações reais dos preços. A ferramenta usada para medir a inflação na Argentina, uma cesta de amostras de bens que as pessoas consomem, foi desenvolvida em 2004 e não reflete os padrões de consumo atuais, incluindo a porcentagem que itens como eletricidade e combustível – duas áreas que tiveram aumentos de preços consideravelmente maiores do que a inflação – representam nos hábitos reais de gastos das pessoas.

Carrera Pereyra diz que os números também mostram que as rápidas mudanças na economia da Argentina ampliaram as desigualdades. "Por um lado, vemos que alguns setores conseguem consumir mais, então vemos um aumento nas vendas de imóveis, carros, motos, alguns como resultado da abertura das importações," disse ela. "Mas, por outro lado, itens como alimentos e medicamentos estão diminuindo. Então, algumas pessoas podem comprar mais coisas do que antes, enquanto outras estão lutando para colocar comida na mesa."

Muitos argentinos que conversaram com imprensa disseram que fazer face às despesas tornou-se nada menos que uma corrida de obstáculos. Fazer malabarismo com vários empregos exigentes, vender itens usados, como roupas, pedir emprestado a parentes, buscar empréstimos para tubarões e caçar pechinchas, tornaram-se parte regular da vida diária.

"Comprar comida tornou-se um trabalho em si," disse Veronica Malfitano, 43 anos, professora e sindicalista, cujo salário foi reduzido em um quarto quando Milei cortou os gastos públicos. "Eu me junto com parentes ou pessoas com quem trabalho, e compramos a granel. Uso meu cartão de crédito ou faço pequenos empréstimos. Neste mês, pela primeira vez, pago apenas o mínimo do cartão de crédito, coisa que nunca havia feito antes. É tudo muito estressante. Todo mundo que conheço está na mesma situação."

Pesquisa confirma que Malfitano não está sozinho. Quase metade das compras em supermercados na Argentina é paga com cartões de crédito, um recorde, de acordo com dados oficiais recentes. Tanto os empréstimos quanto a inadimplência aumentaram. Estima-se que cerca de 11 por cento dos empréstimos pessoais não sejam pagos, a maior taxa desde que o Banco Central da Argentina começou a manter registros em 2010, segundo dados do Banco Central.

Griselda Quipildor, de 49 anos, que mora com o marido, duas filhas e dois netos, conta que mesmo várias pessoas da família trabalhando, normalmente o dinheiro acaba até o dia 18 de cada mês e eles têm que começar a tomar empréstimos. "No início do mês, pagamos dívidas, as contas e então o dinheiro acaba e temos que começar a pedir emprestado novamente. É um círculo vicioso sem fim, daqueles bem difíceis de fugir. Tomamos emprestado de pessoas conhecidas e de pessoas que não conhecemos. Antes não era assim."

Lucia Cavallero, analista, especialista em economia e membro do Movida Ciudad, disse que, embora os problemas econômicos da Argentina sejam antigos, seu impacto nas casas das pessoas está piorando. "A dívida tem sido um problema sério na Argentina há muito tempo e agora se tornou uma crise," disse ela. "A proliferação de credores informais criou uma situação perigosa, deixando muitas pessoas sem outras opções."

Em resposta, um partido político propôs um projeto de lei que ajudaria as pessoas em setores de baixa renda a unificar seus empréstimos e solicitar um plano de pagamento de longo prazo a taxas mais baixas. Cavallero diz que há alguns aspectos positivos na iniciativa, mas que ela perde em grande parte o ponto central. "É bom ver a classe política reconhecendo que as dívidas são um problema sério para as pessoas," disse ela. "No entanto, essa abordagem segue a lógica de tomar empréstimos para pagar dívidas. Embora possa fornecer alívio temporário, são necessárias mudanças estruturais mais profundas."

"Assim como os bancos são resgatados, estamos pedindo que as famílias sejam apoiadas. Uma solução mais sustentável é que os salários acompanhem o ritmo do custo da cesta básica, para que as pessoas não tenham que se endividar apenas para comprar comida," Cavallero disse.

Apesar de todos os desafios que ele e sua família enfrentam, Nacasio diz que muitas pessoas como ele ainda se consideram sortudas. "Pelo menos somos donos da nossa casa," disse ele. "Se não o fizéssemos e tivéssemos que pagar aluguel, não sei o que faríamos. Só preciso que as coisas mudem, para nós e para toda a gente. As coisas não podem continuar assim."

Este foi o canal de noticias tv mundo.

NYT Expõe Vínculos Entre Bannon e Epstein: Mensagens Revelam Estratégia para Reabilitar Imagem
Bannon, podcaster MAGA, manteve contato frequente via mensagens em 2019, prometendo ajudar a reabilitar a imagem de Epstein como filantropo e contrapor narrativas de pedofilia... ...
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17 de fevereiro de 2026



O The New York Times publicou um artigo detalhando a relação próxima entre Steve Bannon e Jeffrey Epstein, apesar da notoriedade tóxica de Epstein por acusações de tráfico sexual. Nele, Bannon, podcaster MAGA, manteve contato frequente via mensagens em 2019, prometendo ajudar a reabilitar a imagem de Epstein como filantropo e contrapor narrativas de pedofilia. Bannon justificou isso como parte de um projeto jornalístico para obter entrevistas exclusivas, enquanto Epstein consultava-o sobre estratégias de defesa legal.​

Detalhes das Mensagens Em junho de 2019, Bannon enviou mensagens entusiasmadas a Epstein sobre uma notícia favorável de vítimas, e meses antes da prisão de Epstein, alertou: "Precisamos combater o 'estuprador que trafica crianças para os homens mais poderosos' — isso não pode ser resgatado". Os documentos, liberados pelo Departamento de Justiça em janeiro de 2026, mostram Bannon orientando Epstein desde 2017, após saída da Casa Branca.

Contexto Histórico A associação começou pós-eleição de Trump em 2016, com Epstein buscando Bannon, que só aceitou encontro após demissão em 2017. Bannon ajudou em simulações de entrevistas e defesas contra reportagens do Miami Herald

Trump publica vídeo racista que retrata Obamas como macacos
Por meus meus frutos me conhecereis. ...
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31 de janeiro de 2026



Um vídeo publicado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, gerou forte repercussão mundial e abriu uma nova crise política e diplomática. Nas imagens, o ex-presidente Barack Obama e a ex-primeira-dama Michelle Obama aparecem retratados como macacos, em um conteúdo amplamente criticado e classificado como ofensivo e racista



Israel mata 31, incluindo várias crianças, em bombardeio implacável de Gaza.
Pelo menos 31 Palestinos‚incluindo pelo menos seis crianças, foram mortos em ataques israelenses à cidade de Gaza e Khan Younis na Faixa de Gaza desde o amanhecer, de acordo com fontes médicas que falaram com a Al Jazeera...
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31 de janeiro de 2026



Pelo menos 31 Palestinos‚incluindo pelo menos seis crianças, foram mortos em ataques israelenses à cidade de Gaza e Khan Younis na Faixa de Gaza desde o amanhecer, de acordo com fontes médicas que falaram com a Al Jazeera.

A violência acontece um dia antes de Israel ser devido a reabertura a passagem Rafah, que liga Gaza ao Egito, no domingo, pela primeira vez desde maio de 2024. O Escritório de Mídia do Governo de Gaza diz que mais de 500 palestinos foram mortos por forças israelenses desde que um cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos em Gaza entrou em vigor em 10 de outubro.

de Israel guerra genocida em Gaza já matou pelo menos 71.769 pessoas e feriu 171.483 desde que começou, em outubro de 2023. Estima-se que 1.139 pessoas foram mortas em Israel durante os ataques liderados pelo Hamas em 7 de outubro de 2023, com cerca de 250 levadas cativas.

Até 31 de janeiro de 2026, o número total de mortos na guerra em Gaza, desde o início em 7 de outubro de 2023, é de aproximadamente 71.667 palestinos, de acordo com o Ministério da Saúde de Gaza.

Entre as vítimas identificadas até julho de 2025 (60.199 casos), 18.430 eram crianças (cerca de 30,6%) e 9.735 mulheres (cerca de 16,2%), totalizando quase 47% mulheres e crianças. Esses percentuais iniciais de quase 70% para mulheres e crianças em fases anteriores do conflito foram reportados pela ONU.

Manifestações se espalham pelos Estados Unidos contra ações do ICE em Minnesota.
TV Mundo — Seu canal de notícias digital traz uma cobertura especial sobre os protestos históricos que tomaram conta das ruas americanas nesta sexta-feira...
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31 de janeiro de 2026



TV Mundo — Seu canal de notícias digital traz uma cobertura especial sobre os protestos históricos que tomaram conta das ruas americanas nesta sexta-feira. Milhares de manifestantes saíram às ruas de Minneapolis, em Minnesota, enquanto estudantes de costa a costa nos Estados Unidos aderiram a uma greve nacional para exigir a retirada imediata dos agentes federais de imigração do estado. A mobilização surge após o tiroteio fatal que vitimou dois cidadãos norte-americanos por agentes da Imigração e Alfândega.

Do litoral da Califórnia até as ruas movimentadas de Nova Iorque, estudantes e professores abandonaram salas de aula em um dia coordenado de resistência. O movimento ganhou força em meio a mensagens contraditórias emitidas pela administração Trump sobre a possível desescalada da Operação Metro Surge, operação federal que intensificou a presença de forças de segurança em áreas urbanas.

Sob uma repressão nacional sem precedentes na política de imigração, o presidente Donald Trump despachou três mil agentes federais para a região metropolitana de Minneapolis. Esses agentes patrulham as vias públicas com equipamento tático de combate, formando uma força cinco vezes maior que o efetivo total do Departamento de Polícia de Minneapolis. Diante desse cenário, vários milhares de pessoas reuniram-se no centro da cidade em temperaturas congelantes, abaixo de zero grau, desafiando o frio extremo. Entre os manifestantes, famílias com crianças pequenas, casais idosos e jovens ativistas formaram uma frente diversa e determinada contra o aumento das operações e as táticas consideradas excessivas utilizadas pela Imigração e Alfândega dos Estados Unidos.

Kim, uma treinadora de meditação de 65 anos que solicitou anonimato quanto ao sobrenome, classificou a ofensiva federal como um "ataque fascista total do nosso governo federal aos cidadãos".

Em um bairro específico de Minneapolis, próximo aos locais onde Alex Pretti e Renee Good — dois cidadãos norte-americanos — foram mortos a tiros neste mês por agentes federais de imigração, cerca de cinquenta professores e funcionários de escolas locais realizaram uma marcha silenciosa de protesto. A causa também ganhou apoio de figuras públicas de peso: o astro do rock Bruce Springsteen subiu ao palco durante uma arrecadação de fundos em homenagem às vítimas no centro de Minneapolis, interpretando sua nova composição "Streets of Minneapolis" em solidariedade aos manifestantes.

Os protestos, contudo, não se limitaram a Minnesota. Organizadores estimaram a realização de 250 manifestações em 46 estados, incluindo grandes centros urbanos como Nova Iorque, Los Angeles, Chicago e Washington. O lema unificador ecoou em praças e avenidas: "Sem trabalho. Sem escola. Sem compras. Pare de financiar o ICE".

Enquanto as ruas fervilhavam de indignação, os corredores do poder federal também sentiram os impactos. O chefe interino do escritório de campo do FBI em Minneapolis, Jarrad Smith, foi removido de suas funções, segundo duas fontes familiarizadas com a decisão. Smith foi transferido para a sede do FBI em Washington, em um movimento que ocorre após o envolvimento do escritório local tanto no reforço federal quanto nas investigações sobre o tiroteio que matou Pretti e sobre um protesto ocorrido em uma igreja que resultou em acusações contra o ex-âncora da CNN, Dom Limão.

Na sexta-feira, o FBI prendeu Limão e o Departamento de Justiça o acusou formalmente de violar leis federais durante um protesto dentro de uma igreja em St. Paul, Minnesota, no início do mês — episódio que seu advogado classificou como um ataque direto à liberdade de imprensa. Após se declarar inocente perante a justiça, Limão afirmou aos repórteres: "Não serei silenciado. Aguardo com expectativa o meu dia no tribunal".

O New York Times, citando um memorando interno do ICE ao qual teve acesso, revelou que agentes federais receberam orientação esta semana para exercerem poderes ampliados de prisão sem mandado judicial. A medida expande significativamente a capacidade de agentes de nível operacional realizarem varreduras indiscriminadas, prendendo suspeitos de serem imigrantes indocumentados encontrados casualmente durante patrulhamentos.

A reação contra a política migratória da atual administração ameaça ainda provocar uma paralisação do governo dos Estados Unidos, já que democratas no Congresso se recusam a aprovar o financiamento do Departamento de Segurança Interna, órgão responsável pela supervisão do ICE.

Semanas de vídeos virais exibindo táticas agressivas de agentes fortemente armados e mascarados nas ruas de Minneapolis provocaram uma queda acentuada na aprovação pública da política de imigração de Trump — atingindo o nível mais baixo registrado em seu segundo mandato, conforme apontou uma pesquisa recente da Reuters/Ipsos. Diante da pressão crescente, o czar da fronteira de Trump, Tom Homan, foi enviado a Minneapolis com a promessa de que os oficiais retornariam a operações mais direcionadas, abandonando as varreduras amplas nas ruas que geraram confrontos com manifestantes.

Ecoando o sentimento das ruas, o governador democrata de Minnesota, Tim Walz, expressou ceticismo quanto à efetividade dessas mudanças. Em publicação na rede social X, afirmou: "A única maneira de garantir a segurança do povo de Minnesota é o governo federal retirar suas forças e acabar com esta campanha de brutalidade". Trump, por sua vez, oscilou nas declarações: na segunda-feira afirmou desejar "desescalar um pouco", mas na quinta-feira, ao ser questionado por repórteres se estava recuando, respondeu categoricamente: "De jeito nenhum".

O impacto dos protestos também se fez sentir no sistema educacional. Em Aurora, Colorado, as escolas públicas cancelaram as aulas da sexta-feira devido às ausências em massa previstas de professores e alunos — o subúrbio de Denver já havia sofrido intensas operações de imigração no ano passado, após Trump classificá-lo publicamente como uma "zona de guerra" supostamente invadida por gangues venezuelanas. Em Tucson, Arizona, pelo menos vinte escolas suspenderam as atividades letivas antecipando a adesão maciça à greve.

Na Universidade DePaul, em Chicago, cartazes colados pelos campi proclamavam "campus santuário" e "fascistas não são bem-vindos aqui". Estudantes do ensino médio em Long Beach, Califórnia, realizaram greve com cartazes anti-ICE nas mãos. No Brooklyn, um longo cortejo de manifestantes em idade escolar marchou pelas ruas entoando palavras de ordem contra a agência federal.

TV Mundo — Informação que conecta, contexto que transforma. Acompanhe nossa cobertura contínua em todas as plataformas digitais. Para nossos leitores e espectadores, até a próxima edição.

Trump e Elon Musk são citados em novos arquivos do caso Jeffrey Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça.
Nesta publicação, apresentamos de forma organizada e fluida as informações tornadas públicas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que voltam a lançar luz sobre o caso Jeffrey Epstein e suas conexões com figuras centrais da política, dos negócios e do entretenimento...
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31 de janeiro de 2026

TV Mundo traz aos seus leitores e espectadores uma análise aprofundada da mais recente onda de transparência judicial envolvendo o caso Jeffrey Epstein, após o Departamento de Justiça dos Estados Unidos tornar públicos, nesta sexta-feira, milhões de novos arquivos que reconfiguram a compreensão sobre as conexões do criminoso sexual condenado com figuras de projeção internacional. Entre as centenas de documentos disponibilizados, destacam-se trocas de e-mails que revelam interações surpreendentes, como a aparente visita de Howard Lutnick, atual secretário de comércio do presidente Donald Trump, à ilha caribenha particular de Epstein, Little Saint James, para um almoço em 23 de dezembro de 2012 — episódio ocorrido anos depois de Lutnick afirmar publicamente ter rompido qualquer tipo de relação com o financista. Na manhã do encontro, a esposa de Lutnick escreveu diretamente à secretária de Epstein confirmando a partida de St.

Thomas e consultando sobre o local de ancoragem da embarcação. No dia seguinte, o assistente de Epstein encaminhou a Lutnick uma nota pessoal do próprio Epstein com os dizeres: "Prazer em vê-lo". Anos mais tarde, em novembro de 2015, os e-mails mostram que o mesmo assistente recebeu um convite de Lutnick para uma arrecadação de fundos em sua empresa financeira destinada à candidata democrata Hillary Clinton, com registros oficiais indicando uma doação de US$ 2.700, valor máximo permitido pela legislação da época. Tais registros contradizem declarações feitas por Lutnick em podcast do ano passado, quando relatou ter jurado "nunca mais estar em uma sala" com Epstein após um suposto comentário sexualmente sugestivo feito pelo financista sobre uma mesa de massagem durante um encontro por volta de 2005. Um porta-voz do Departamento de Comércio, contudo, esclareceu que Lutnick manteve "interações limitadas com o Sr. Epstein na presença de sua esposa e nunca foi acusado de delito".

Paralelamente, outra série de correspondências eletrônicas trouxe à tona o nome do bilionário Elon Musk, ex-conselheiro informal de Trump, que em troca de mensagens com Epstein no Natal de 2012 recusou educadamente o convite para visitar a ilha. "O convite é muito apreciado, mas uma experiência pacífica na ilha é o oposto do que procuro", escreveu Musk, acrescentando estar "trabalhando até o limite da sanidade" e questionando se Epstein tinha "alguma festa planejada". Epstein respondeu compreendendo a recusa e observando que "a proporção na minha ilha" poderia causar desconforto à companheira de Musk, sem especificar detalhes. Poucos dias depois, Musk retribuiu o gesto convidando Epstein para se juntar a ele e a outros em um encontro para beber em St. Bart's, provavelmente referindo-se à ilha caribenha de São Bartolomeu, embora não haja confirmação de que o encontro de fato ocorreu. Musk, que não respondeu imediatamente a novos pedidos de comentário, havia se manifestado anteriormente em uma postagem na plataforma X afirmando: "Epstein tentou me fazer ir para sua ilha e eu recusei".

Os documentos recém-divulgados refletem com precisão os círculos de elite frequentados por Epstein, com menções recorrentes a personalidades de destaque na política, nos negócios e no entretenimento. O próprio Trump é citado repetidamente, reforçando relatos de que manteve amizade com Epstein anos antes de os crimes do financista virem à luz pública. Um exemplo emblemático é a inclusão de Kevin Warsh, nomeado por Trump nesta sexta-feira como próximo presidente do Federal Reserve, em um e-mail enviado por um publicitário a Epstein listando 43 indivíduos — entre eles celebridades como Martha Stewart — que supostamente se dirigiriam a uma reunião de Natal. Até o momento, não ficou claro se Warsh conhecia Epstein pessoalmente ou por que seu nome constava na lista, e ele não emitiu comentários imediatos sobre o assunto. Divulgações anteriores de arquivos já haviam renovado o escrutínio sobre relações de Epstein com outras figuras proeminentes, incluindo o ex-presidente Bill Clinton e o ex-secretário do Tesouro Larry Summers, ambos tendo negado qualquer irregularidade e expressado arrependimento por sua associação com o falecido financista.

Todd Blanche, vice-procurador-geral dos Estados Unidos, confirmou em entrevista coletiva que o conjunto de documentos divulgado nesta sexta-feira representa o encerramento das divulgações planejadas pela atual administração sob os termos de uma lei bipartidária aprovada pelo Congresso, que determina a publicidade integral de todos os arquivos relacionados a Epstein.

O novo acervo inclui mais de 3 milhões de páginas digitalizadas, 2.000 vídeos e 180.000 imagens, embora muitos materiais tenham sofrido redações substanciais — medida justificada por Blanche como necessária para proteger vítimas ou preservar investigações em andamento, conforme exceções permitidas pela legislação. Um documento exemplar de 82 páginas teve todas as folhas exceto uma completamente apagadas. A divulgação ocorre semanas após o prazo final de 19 de dezembro estabelecido pelo Congresso, apesar de meses de esforços da administração Trump para retardar o processo. Diante disso, parlamentares democratas manifestaram ceticismo imediato sobre a integralidade do material fornecido, ressaltando que o Departamento de Justiça havia identificado inicialmente 6 milhões de páginas potencialmente relevantes, mas divulgou apenas 3,5 milhões.

O escândalo envolvendo Epstein continua a perseguir politicamente Donald Trump, que nega ter tido qualquer conhecimento prévio dos crimes cometidos pelo financista. A controvérsia ganhou nova dimensão porque Trump prometeu durante sua campanha presidencial de 2024 tornar públicos todos os arquivos sobre Epstein, mas não cumpriu integralmente o compromisso após assumir o cargo.

Os documentos agora revelados incluem centenas de menções ao presidente, muitas delas constituídas por compilações de reportagens da mídia. Um arquivo em particular detalha o que parecem ser e-mails internos de investigadores federais datados de agosto de 2025, analisando alegações de natureza obscura envolvendo Trump e Epstein. Nenhuma das mensagens indica que tais acusações tenham sido corroboradas por evidências, com os próprios investigadores observando que diversos acusadores não foram considerados credíveis. Em comunicado oficial, o Departamento de Justiça alertou que parte dos documentos contém alegações falsas e sensacionalistas contra Trump. Outra mensagem, cujos remetente e destinatário foram redigidos, menciona: "O que JE acha de ir para Mar-a-Lago depois do Natal, em vez de ir para sua ilha?", referindo-se ao clube privado de Trump na Flórida. A troca data de 2012, vários anos após Trump declarar publicamente que cessara qualquer tipo de convivência social com Epstein.

Os arquivos também trouxeram à tona uma correspondência de 2002 atribuída a Melania Trump, então companheira do presidente, endereçada a Ghislaine Maxwell, parceira e co-conspiradora de Epstein. No e-mail, Melania escreve: "Bela história sobre JE na revista de NY. Você ficou ótimo na foto. Ligue-me quando voltar a NY." Maxwell foi condenada em 2021 por tráfico sexual de menores e outras acusações, recebendo uma sentença de 20 anos de prisão. Epstein, por sua vez, morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento em uma cela federal, com sua morte oficialmente classificada como suicídio, embora tenha gerado anos de teorias conspiratórias — algumas delas amplificadas pelo próprio Trump junto a seus apoiadores durante a campanha eleitoral de 2024.

Reportagem de Brad Heath e Andrew Goudsward em Washington e Julia Harte em Nova York; reportagem adicional de Jason Lange, Richard Cowan, Jonathan Stempel, Bhargav Acharya, Susan Heavey, Ryan Jones e Katharine Jackson; escrita por Joseph Axe; edição de Andy Sullivan, Alistair Bell e Cynthia Osterman.

TV Mundo agradece a atenção dedicada por seus leitores e espectadores a esta cobertura especial.

TESTEMUNHAMOS O FIM DOS ESTADOS UNIDOS.
José Kobori.
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18 de janeiro de 2026

O Brasil está QUEBRADO?
O Brasil vai virar a Venezuela?
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18 de janeiro de 2026

MERITOCRACIA
O Sucesso Só Depende de Você?
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18 de janeiro de 2026

A MERITOCRACIA É UM DELÍRIO CAPITALISTA? JOSÉ KOBORI.
Não existe Meritocracia!.
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18 de janeiro de 2026

A Lógica Empresarial Por Trás do Lucro.
E assim que as empresas pensam.
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18 de janeiro de 2026

A Lógica Insustentável do Modelo Capitalista.
As contradições do capitalismo.
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18 de janeiro de 2026

Capitalismo x socialismo
O Capitalismo é o Melhor Modelo?
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18 de janeiro de 2026

Venezuela e Rússia selam aliança estratégica com tratado aprovado pela Assembleia Nacional
O canal de notícias TV Mundo traz os detalhes da histórica aprovação, nesta terça-feira, do tratado de parceria estratégica e cooperação entre a República Bolivariana da Venezuela e a Federação Russa. O projeto de lei foi aprovado em segunda discussão pela Assembleia Nacional venezuelana, consolidando um marco nas relações bilaterais entre Caracas e Moscou.
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30 de setembro de 2025

O canal de notícias TV Mundo traz os detalhes da histórica aprovação, nesta terça-feira, do tratado de parceria estratégica e cooperação entre a República Bolivariana da Venezuela e a Federação Russa. O projeto de lei foi aprovado em segunda discussão pela Assembleia Nacional venezuelana, consolidando um marco nas relações bilaterais entre Caracas e Moscou.

O presidente do Legislativo venezuelano, Jorge Rodríguez, destacou antes da votação a relevância simbólica e prática do acordo. “É de transcendental importância que a Assembleia Nacional, que o Parlamento [...] aprove e endosse um acordo já assinado entre o Governo da Venezuela, presidido por Nicolás Maduro, e o Governo da Federação Russa, presidido pelo presidente Vladimir Putin, porque é a expressão da irmandade, de uma forma diferente de relacionar pessoas e governos”, afirmou Rodríguez, ressaltando o caráter inovador do entendimento entre as duas nações.

O embaixador russo em Caracas, Sergei Melik-Bagdasarov, esteve presente na sessão legislativa e, entre aplausos dos deputados venezuelanos, recebeu oficialmente o texto da lei aprovada, selando mais uma etapa na concretização do tratado inicialmente assinado em maio. Na ocasião, o presidente venezuelano Nicolás Maduro esteve em Moscou para participar das comemorações dos 80 anos do Dia da Vitória na Grande Guerra Patriótica, momento em que formalizou o compromisso ao lado do presidente russo Vladimir Putin.

O tratado estabelece uma ampla gama de cooperações estratégicas entre os dois países. Entre os principais pontos acordados, destaca-se o compromisso de reforçar uma associação baseada na confiança mútua e na cooperação estratégica, mantendo um diálogo político e diplomático regular e próximo. Além disso, Moscou e Caracas concordaram em aprofundar os laços de defesa em áreas de interesse comum, considerando essa cooperação um componente essencial para a segurança regional e global.

Prevê-se ainda uma intensificação da cooperação militar-técnica, voltada ao fortalecimento das capacidades defensivas de ambos os Estados, facilitando a celebração de novos acordos nessa esfera. O documento também expressa forte oposição às medidas coercitivas e restritivas unilaterais — especialmente sanções de caráter extraterritorial — que afetam a soberania e o desenvolvimento dos países signatários.

Ambas as nações se comprometeram a empreender esforços conjuntos para combater a falsificação da história do colonialismo, denunciar o racismo, o genocídio e outros crimes históricos cometidos contra os povos da América Latina, além de se opor firmemente a qualquer manifestação neocolonial nas relações interestaduais. O tratado também reforça a condenação conjunta à glorificação do nazismo, neonazismo e outras práticas que alimentam a intolerância e o extremismo.

Na esfera da segurança internacional, Venezuela e Rússia acordaram cooperar em matéria de controle de armas, desarmamento e não proliferação, com o objetivo de promover a estabilidade global e garantir a segurança igual e indivisível de todos os Estados. A luta contra o terrorismo internacional, o extremismo, a lavagem de dinheiro proveniente de atividades criminosas e o financiamento do terrorismo também figura entre as prioridades do acordo.

Outro eixo central do tratado é o combate ao crime organizado transnacional, incluindo a produção ilícita e o tráfico de entorpecentes, substâncias psicotrópicas e seus precursores, bem como a corrupção em todas as suas formas. No campo econômico, os dois países se comprometeram a promover iniciativas conjuntas no âmbito da OPEP+ e outras organizações internacionais, visando o desenvolvimento equilibrado e estável dos mercados globais de energia, sem o uso de restrições artificiais ou práticas de concorrência desleal.

O documento reconhece ainda o papel da América Latina e do Caribe como “um importante centro de influência política e econômica no emergente mundo multipolar”. Nesse contexto, a Venezuela se compromete a impulsionar as relações da Rússia com as principais associações de integração regional, especialmente a Comunidade dos Estados Latino-Americanos e do Caribe (CELAC) e a Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América – Tratado de Comércio Popular (ALBA-TCP), com vistas a promover o desenvolvimento sustentável e a paz na região.

Como parte da cooperação financeira, as partes promoverão a formação de uma infraestrutura financeira russo-venezuelana independente, reduzindo a dependência de sistemas financeiros ocidentais. Ademais, a colaboração no campo espacial será ampliada, com destaque para o lançamento de um projeto que prevê a instalação de uma estação terrestre GLONASS na Venezuela, além de outras iniciativas pacíficas no setor espacial.

O tratado terá validade inicial de dez anos e será automaticamente renovado a cada cinco anos, salvo se uma das partes notificar a outra, por escrito, com pelo menos seis meses de antecedência, sobre sua intenção de rescindir o acordo.

TV Mundo agradece a leitura e a audiência de seus leitores e espectadores.

Moro apresenta emenda para tentar salvar PEC da Bandidagem
trazemos os desdobramentos mais recentes em torno da polêmica Proposta de Emenda à Constituição conhecida como “PEC da Blindagem”...
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trazemos os desdobramentos mais recentes em torno da polêmica Proposta de Emenda à Constituição conhecida como “PEC da Blindagem”. Diante de uma onda de críticas nas redes sociais e de protestos registrados nas 27 capitais do país no último domingo (21), o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) apresentou nesta terça-feira (23) uma emenda com o objetivo de tentar salvar o texto aprovado na Câmara dos Deputados na semana passada — ou, ao menos, redirecioná-lo para um escopo mais restrito.

A proposta de Moro busca limitar a abrangência da PEC ao exigir autorização prévia da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal para a abertura de investigações contra parlamentares nos casos em que os supostos crimes sejam contra a honra ou quando a acusação for “fundada exclusivamente em opiniões, palavras e votos” do deputado ou senador. Fica expressamente ressalvado, contudo, o crime de ameaça, que não se enquadra nessa proteção.

O senador, cuja trajetória política foi construída com base no discurso de combate à corrupção, argumenta que sua emenda visa reforçar a liberdade de expressão e a imunidade parlamentar, garantindo ao mesmo tempo a manutenção do regime atual para crimes comuns, como corrupção e lavagem de dinheiro. Além disso, Moro propõe que, mesmo em casos envolvendo outros tipos penais, o Congresso Nacional possa “sustar, até a decisão final, o andamento da ação” contra o parlamentar.

A ideia já havia sido antecipada na segunda-feira (22) pelo presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), em meio à forte reação da sociedade civil contra a PEC. A proposta original, aprovada pelos deputados federais, obriga o Supremo Tribunal Federal (STF) a solicitar licença prévia ao Congresso para processar criminalmente deputados federais e senadores — uma regra que vigorou entre 1988 e 2001, mas foi abolida justamente por ter se tornado um instrumento de impunidade.

Embora publicamente justificada como uma defesa contra possíveis coações judiciais motivadas por discursos ou posições ideológicas, nos bastidores há um temor mais concreto: as investigações conduzidas pelo STF sobre suspeitas de corrupção na aplicação das bilionárias emendas parlamentares. A PEC da Blindagem, nesse contexto, é vista por muitos como um escudo contra ações penais em curso.

A emenda apresentada por Moro conta com o apoio de outros 12 senadores, incluindo figuras de peso tanto da base governista quanto da oposição. Entre os signatários estão Ciro Nogueira (PP-PI), o líder do PL, Carlos Portinho (RJ), o líder da oposição, Rogério Marinho (PL-RN), e o ex-vice-presidente da República Hamilton Mourão (Republicanos-RS). Também assinam o texto os senadores Esperidião Amin (PP-SC), Alan Rick (União Brasil-AC), Jorge Seif (PL-SC), Plínio Valério (PSDB-AM), Jaime Bagattoli (PL-RO), Marcos Rogério (PL-RO), Dorinha Seabra (União Brasil-TO) e Márcio Bittar (PL-AC).

Outro ponto destacado na emenda é a forma de votação no plenário do Senado: Moro defende que o processo seja aberto, ao contrário do que foi aprovado na Câmara, onde a votação ocorreu de forma sigilosa. Para que um parlamentar seja efetivamente blindado, bastaria ainda assim a maioria simples dos votos no plenário.

Apesar do esforço de Moro e de seus aliados, a PEC enfrenta resistência firme dentro do próprio Senado. O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Otto Alencar (PSD-BA), já se posicionou de forma contundente contra qualquer tentativa de aperfeiçoamento do texto. Questionado pela Folha sobre a sugestão de Ciro Nogueira, Alencar afirmou que “essa PEC não pode nem deve voltar para a Câmara, absolutamente, porque lá podem repor [trechos que forem descartados ou modificados]. O que nós devemos fazer é rejeitá-la. Sepultá-la na CCJ e no plenário do Senado Federal”.

A PEC da Blindagem está marcada como o primeiro item da pauta de votações da CCJ nesta quarta-feira (24). Apesar da emenda de Moro, parlamentares avaliam que há votos suficientes para enterrar definitivamente a proposta, encerrando assim um dos episódios mais controversos do atual debate legislativo.

TV Mundo — informando com precisão para leitores e espectadores comprometidos com a verdade.

Bolsonaro na Cadeia, Trump na Casa Branca: O Brasil Fez o Que os EUA Não Tiveram Coragem de Fazer
O The New York Times:

“Brasil teve sucesso onde os EUA falharam”
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Brasil Consegue o Que os Estados Unidos Não Conseguiram: Justiça Contra um Golpista

O The New York Times publicou nesta sexta-feira, 12 de setembro, um artigo de opinião que marca um momento histórico na análise das democracias contemporâneas. Sob o título implícito de uma lição global, o jornal norte-americano afirma com clareza: “Brasil teve sucesso onde os Estados Unidos falharam”. A comparação não é acidental nem casual — ela nasce do julgamento histórico proferido pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar uma trama golpista destinada a manter-se no poder após sua derrota eleitoral em 2022.

O veredito, alcançado por votação unânime de 4 a 1, representa um marco sem precedentes na história republicana brasileira. Pela primeira vez, um ex-chefe de Estado é condenado por tentativa de subverter o resultado legítimo das urnas. Os ministros da Corte, ao analisarem as evidências reunidas ao longo de mais de dois anos de investigações, concluíram que Bolsonaro não apenas questionou os resultados eleitorais — ele organizou, incentivou e financiou uma rede sistemática de desinformação, ameaças à integridade das instituições e articulações para impedir a posse do presidente eleito. O esquema envolveu militares, aliados políticos e até mesmo tentativas de manipulação da própria estrutura de segurança nacional. A decisão foi finalizada com a precisão de um instrumento jurídico que não se deixou levar por pressões externas ou internas.

Enquanto isso, nos Estados Unidos, o cenário é diametralmente oposto. Donald Trump, cuja tentativa de anular a eleição de 2020 culminou na insurreição do Capitólio em 6 de janeiro de 2021, não enfrentou qualquer pena judicial concreta. Ao contrário: ele foi novamente colocado como candidato à presidência — e, hoje, está em posição de retornar à Casa Branca. O NYT destaca esse contraste como uma falha estrutural da democracia americana: enquanto o Brasil prendeu quem tentou derrubá-la, os Estados Unidos permitiram que seu principal agente golpista voltasse ao centro do poder.

Mas a crítica vai além da simples comparação entre condenações e absolvições. O artigo, assinado pelos professores Steven Levitsky, da Harvard, e Filipe Campante, da Universidade Johns Hopkins, aponta um ato deliberado de vingança política por parte do governo Trump contra o Brasil. “Trump não se limitou a criticar o esforço do Brasil em defender a democracia: ele também a puniu.” A referência é direta: a imposição de tarifas de 50% sobre a maioria das exportações brasileiras, além de sanções individuais contra ministros do STF — incluindo o relator do caso, Alexandre de Moraes — foram medidas que não visavam apenas interesses comerciais. Foram ataques coordenados, conforme o NYT, para intimidar o Judiciário brasileiro, forçando-o a recuar diante de um ex-presidente que havia sido denunciado por crimes contra a ordem democrática.

Essa estratégia, segundo os autores, revela uma lógica perigosa: os Estados Unidos estão punindo os brasileiros por fazerem algo que os americanos deveriam ter feito, mas não fizeram. Responsabilizar um ex-presidente por tentar anular uma eleição. Enquanto o Brasil encaminhou Bolsonaro à justiça com base em provas documentais, gravações, depoimentos e atos concretos de conspiração, os Estados Unidos ainda lutam contra a paralisia política, a polarização extrema e a impunidade sistêmica. O Departamento de Justiça dos EUA, embora tenha apresentado acusações formais contra Trump por seus esforços para anular a eleição de 2020, não conseguiu traduzir essas acusações em condenação. A máquina judiciária americana, por sua vez, continua travada em processos intermináveis, recursos, adiamentos e negociações políticas que diluem a gravidade dos crimes.

O artigo ainda ressalta que Bolsonaro inspirou-se fortemente no “manual de Trump” — desde a negação sistemática dos resultados eleitorais até o uso da retórica de “eleição roubada” como ferramenta de mobilização. Mas, diferentemente dos EUA, o Brasil não se deixou seduzir pela narrativa de “perseguição política”. As autoridades judiciais e políticas brasileiras, conscientes do passado autoritário do país — da ditadura militar aos golpes velados da redemocratização — entenderam que a democracia não é um estado permanente, mas um contrato vivo que exige defesa constante. Por isso, não deram o sistema por garantido. Eles o protegeram.

O acórdão que formaliza a decisão da Primeira Turma do STF será publicado em breve. As defesas de Bolsonaro e dos outros sete réus condenados ainda podem recorrer — mas os caminhos são estreitos, e os recursos não permitem revisão substancial da sentença. A justiça brasileira avançou, e não retrocederá. Enquanto isso, nos Estados Unidos, a democracia continua em risco, não por falta de leis, mas por falta de coragem política.

A lição do Brasil não é apenas jurídica. É moral. É histórica. É uma demonstração de que, mesmo em meio à fragmentação social e à violência discursiva, é possível manter o equilíbrio entre liberdade e responsabilidade. O mundo assiste. E agora, o The New York Times — porta-voz de uma das maiores democracias do planeta — reconhece: o Brasil fez o que os Estados Unidos não conseguiram.

TV Mundo.

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